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15 de abr. de 2016

Papos de sexta: Manda bala!

Quem acompanha meus posts deve ter percebido que a procrastinação é uma velha conhecida minha, e de mãos dadas com ela está a dificuldade de concentração. Na esperança de driblar as duas, eu vivo buscando novas ferramentas de produtividade, e testei muitos aplicativos com essa finalidade. Mas a dupla papel+caneta continua imbatível para mim!

Minha nova mania é o Bullet Journal, uma mistura de agenda, calendário, lista de tarefas, caderno de rabiscos, e mais o que você quiser! O termo bullet refere-se àquele marcador que precede um item da lista de tarefas, mas também denota agilidade, e journal significa registro diário.

Portanto, o Bullet Journal é um sistema de registro rápido de informações. Foi desenvolvido pelo designer Ryder Carroll para ser customizável, e essa flexibilidade é a maior diferença entre o BuJo e uma agenda. Sua estrutura é modular e está dividida em: Key, Index, Future Log, Monthly Log e Daily Log.


A seção Key é uma legenda do seu caderno. Ryder sugere usar um ponto (•) para identificar as tarefas, um círculo (o) para os eventos e um traço (-) para outras anotações. Você também deve identificar o status das tarefas e eventos. Ele sugere um (x) para o que foi concluído, uma seta para direita (>) para o que foi migrado e uma seta para esquerda (<) para o que foi agendado em uma data específica. E basta riscar o que foi cancelado. Ryder ainda sugere identificar as prioridades com (*), as inspirações com (!) e os itens a pesquisar com o desenho de um olho — mas eu raramente uso os dois últimos. Vocês vão perceber que eu fiz algumas adaptações no método! rs


No Index, ou índice, você lista os tópicos do seu BuJo e as respectivas páginas (ou intervalos de páginas) onde eles se encontram. No caso de tópicos recorrentes, basta indexá-los assim: "nome do tópico: 5-10, 23, 34-39, etc”. Eu não numero todas as páginas do caderno antecipadamente e prefiro fazer isso a cada dia, para não esquecer de anotar no índice ;)

Em seu Future Log, ou registro futuro, você escreve os principais eventos ou tarefas para os próximos três, seis ou doze meses (de acordo com suas necessidades). Existem várias maneiras de se fazer isso, a minha favorita é o Calendex (o método está explicado no site oficial).

Monthly Log é o seu registro mensal e consiste em calendário mais lista de tarefas do mês. Você pode escrever os dias do mês verticalmente em uma página, mas eu prefiro desenhar um calendário tradicional (novamente, escolha o que funciona melhor pra você). O calendário serve de referência para o mês, o mais importante é a lista que deve incluir as tarefas migradas de outros meses.


Daily Log é o seu registro diário e serve para organizar o dia-a-dia. Você escreve a data, lista suas tarefas e eventos, faz anotações ao longo do dia etc. Depois, basta pular uma linha e fazer o mesmo no dia seguinte, sem desperdício de papel.

Ao final de cada dia, semana e mês, dê uma olhada nos logs anteriores, analise as tarefas que não foram concluídas, migre as que continuam relevantes e risque do caderno as que perderam importância. Migre também as tarefas e eventos do Future Log para o mês correspondente.

O Bullet Journal pode parecer trabalhoso, mas segundo Ryder Carroll isso é intencional. O processo de reescrever os ítens, de pausar e considerar cada um deles, é fundamental para o sucesso do método. Você toma consciência dos seus padrões e hábitos, e destila o que realmente vale seu tempo e esforço.


Ainda é cedo para dizer se estou mais organizada e eficiente, mas o BuJo também está servindo para eu treinar a caligrafia e exercitar minha criatividade. Quem ficou interessado, dá uma passada no site oficial para maiores informações (está em inglês, mas o vídeo e as fotos ajudam bastante). Vale também se inspirar no Instagram e Pinterest. E podem postar dúvidas nos comentários, que eu tentarei esclarecer :)

12 de fev. de 2016

Papos de sexta: Saindo das sombras


Todo mundo sabe que sou fã da autora Cassandra Clare e do universo Shadowhunter criado por ela. Seus livros estão entre os meus favoritos, e Jace sempre será um dos meus amores literários.

Nem preciso dizer que estava ansiosa para assistir a série na TV, certo? Era um misto de excitação e apreensão pelo que estava por vir. Não me considero uma fã hardcore, do tipo que não tolera alterações na trama ou nos personagens (afinal, uma adaptação — tanto cinematográfica quanto televisiva — pressupõe a adequação da obra ao meio), mas torcia para que a série não tivesse o mesmo destino do filme (e ainda torço por isso).

Pois é, o episódio piloto não me impressionou. As atuações, os diálogos, os efeitos, os cortes, tudo estava off. Eu não manifestei o meu descontentamento nas redes sociais, apenas fiz um comentário ou outro nos posts de amigos, mas sempre mantendo o otimismo.

O segundo episódio também foi fraco e pensei em abandonar após o terceiro (que episódio foi aquele?!), mas eis que o quarto e o quinto episódios renovaram minha esperança na série e me inspiraram a escrever esse post.

Antes de mais nada, permitam-me posicionar quanto às reclamações dos fãs: não me incomoda o fato dos protagonistas serem mais velhos e Hodge ser mais jovem (e gato! rs), do Instituto ser high-tech e os demônios virarem papel picado incandescente, de Maureen apresentar as características de Maia e Dot substituir Madame Dorothea, de Camille ser asiática e Luke um policial. O que mais me preocupa é o tom e o ritmo da série.

A maior vantagem de uma adaptação para TV é ter mais tempo para desenvolver os personagens e a trama, mas o diretor McG e o roteirista Ed Decter parecem ter pressa para contar a história, como se precisassem cobrir logo os pontos-chave da obra de Cassandra Clare para então partir em vôo solo.

Quando o material original é de qualidade, como é o caso, ele merece ser bem aproveitado, não apenas para agradar o fandom, mas também para facilitar a vida de quem não leu os livros e quer acompanhar a série. De nada adianta correr até a melhor parte da história. O que faz essa parte ser tão boa é justamente o longo e tortuoso caminho até lá. #ficaadica

O quarto e o quinto episódios tiveram mais acertos do que erros: diálogos tirados dos livros, a introdução de Malec, menção a uma personagem querida, Jace treinando sem camisa, a invocação de um demônio maior, uma prévia de Sizzy etc. Talvez a produção tenha finalmente se dado conta do potencial que tem nas mãos, e em vez de mudar a mitologia, tenha decidido expandir o mundo das sombras.

Os atores também parecem mais à vontade do que nos primeiros episódios. Não tenho o que reclamar dos irmãos Lightwood — tanto Matthew Daddario, o Hottie com H maiúsculo que interpreta Alec, quanto Emeraude Toubi, a igualmente gata que interpreta Isabelle, estão bem nos papéis —, e Alberto Rosende é um Simon e tanto! Os demais atores podem melhorar, inclusive o núcleo adulto da série.

Eu também gostei do tom mais leve dos episódios. Harry Shum Jr, que interpreta Magnus Bane, trouxe humor para a série e, pelo Anjo, como ela estava precisando! Essa é uma série jovem do canal Freeform e não uma minissérie da HBO. Shadowhunters pode repetir o sucesso de Buffy, Supernatural, Teen Wolf, Vampire Diaries etc, basta não se levar tão a sério. #ficaoutradica

Por último, tenho que mencionar Malec. Já deu para perceber que Harry e Matthew têm mais química do que Dominic Sherwood e Katherine McNamara (mesmo que a interação entre Jace e Clary tenha melhorado nos últimos episódios) e não será surpresa se roubarem a cena do casal principal. Precisa de outro motivo para assistir a série?! rs


Na minha opinião, o maior desafio de McG e cia é tornar a série tão divertida quanto os livros. Eu não sei se é possível, mas acredito que estamos progredindo — e isso é o suficiente para dar outra chance :)

4 de dez. de 2015

Papos de sexta: NaNo Novo



Novembro passou, e com ele mais um National Novel Writing Month — ou NaNoWriMo. Faz 5 anos que eu participo do desafio — e já escrevi sobre ele aqui no blog — mas nunca chego perto das 50 mil palavras em um mês.

O meu histórico é (des)motivação suficiente para deixar o Nano de lado. No ano passado, por exemplo, escrevi em apenas um dos trinta dias! E ando tão atarefada (razão da minha ausência do blog no mês de outubro e novembro) que pensei em não participar da edição de 2015. Mas comecei a ler os Pep Talks — aqueles textos de incentivo aos escritores e aspirantes — dos outros anos, e foi o empurrão que eu precisava!

Com exceção dos posts (aqui e no meu blog) e dos pareceres literários, eu quase não escrevi durante o ano, e estava me fazendo falta. Sou uma apaixonada pelas palavras, mas também procrastinadora de carteirinha e estou tentando dar um basta no hábito de adiar projetos, seja para a próxima segunda-feira ou para o ano seguinte. Então, selecionei uma das tantas histórias que comecei e abandonei nos últimos anos (outro problema crônico) e me inscrevi no Nano 2015, ciente de que não cumpriria a meta de novo — e dando a mínima para isso! rs

Desta vez, me comprometi a escrever 500 palavras por dia — todos os dias. Foi minha promessa de Nano Novo, que pretendo manter daqui pra frente. A maior dificuldade foi me ater à ideia inicial, pois novas ideias pipocavam o tempo todo (eu disse que era um problema crônico), mas recorri aos Pep Talks e encontrei algumas dicas bem interessantes.

Eu não teria passado das 15 mil palavras, algo inédito para mim, se não fossem esses pequenos incentivos, então selecionei alguns trechos favoritos — se foi útil para mim, pode ser útil para mais alguém :)

"A maioria dos escritores está muito ocupada para escrever. Alguns têm inclusive outro emprego integral que nada tem a ver com a escrita, mas ainda assim eles escrevem. Em vez de arranjar tempo para escrever, faça o tempo acontecer.” — Kami Garcia

“Não existem bons romances e romances ruins. Existem romances finalizados e romances que ainda precisam de mais trabalho. Lembre-se, você não está escrevendo um bom romance agora, você está escrevendo um bom rascunho. Mais tarde, você vai ter tempo para alterar o início, mudar o final ou o meio. Mais tarde, você vai ter tempo para cortar, polir e melhorar. Por agora, confie no processo e escreva.” — Holly Black

“A técnica mais importante para progredir é escrever dez palavras. Não importa se você está empacado, se seu dia está completamente abarrotado, ou se você está longe de seu computador — carregue uma caderneta e escreva uma frase enquanto estiver esperando na fila do café. Pense nisso como um gancho ou isca. Mesmo que, por dias seguidos, você não consiga pensar em nada além das dez palavras, enquanto você tiver que pensar na história o suficiente para escrever dez palavras, as chances são de que mais palavras virão.” — Naomi Novak

“Terminar algo é se decepcionar. Por definição, romances abandonados são mais promissores do que os concluídos. Nesse ponto, você provavelmente já percebeu que é quase impossível escrever um bom romance em um mês. Eu estou nessa há algum tempo e ainda não escrevi um livro em menos de três anos. Todos nós abrigamos esperanças secretas de que um romance magnífico cairá do céu, mas quase universalmente, o processo de escrever é lento, difícil e totalmente sem glamour. Então, por que terminar o que você começou? Porque quando estiver pronto, você será grato pela experiência.” — John Green
  
“Estou convencida de que há dois tipos de bloqueio criativo. O primeiro tipo é provavelmente o mais comum. É o bloqueio da procrastinação, do tédio ou apenas preguiça. É o bloqueio da natureza humana, em outras palavras. Você sabe o que precisa fazer. Você só não quer realmente fazer isso. Então, como combater o tipo 1? Escrevendo! É por isso que as metas (como a do NaNoWriMo) funcionam.

O segundo tipo de bloqueio, por outro lado, é um problema muito maior e mais assustador. Ele acontece quando você honestamente não sabe o que fazer. Tudo soa banal. O enredo é chato. O livro está... empacado. Para o tipo 2, eu recomendo fazer o oposto do tipo 1. Isto é, fique longe do computador. Vai correr. Tire um cochilo. Assista a um filme. Se afaste do seu livro e de seus personagens, e deixe o subconsciente tomar conta.

O tipo 1 deve ser enfrentado, o tipo 2 deve ser contornado. E seu trabalho como escritor é reconhecer cada um deles quando acontecerem. Porque eles vão acontecer se você se tornar um escritor. Eles vão acontecer muito.” — Ally Carter

“Escrever é como construir uma parede. É uma busca contínua pela palavra que vai caber no texto, em sua mente, na página. Trama e personagem e metáfora e estilo, todos tornam-se secundários às palavras. O construtor ergue sua parede um tijolo de cada vez. Se ele não construir, o muro não vai existir. Ele olha para sua pilha de tijolos, pega aquele que parece atender melhor ao seu propósito, e o coloca no lugar. A busca pela palavra não fica mais fácil, mas ninguém vai escrever sua história por você.” — Neil Gaiman

"É assim que começa. Logo você está fazendo esboços dos personagens. Em seguida, alguns diálogos. Depois cenas inteiras. E então já era. Você desistiu inteiramente do projeto em andamento e começou a trabalhar integralmente nessa nova história. O problema em fazer isso é que, naturalmente, a nova história sempre parece melhor do que aquela em que você tem trabalhado por mais tempo. A nova história tem uma aura de frescor. Mas quanto tempo até que outra ideia venha, abanando seus personagens atraentes para você, e você decida abandonar tudo por ela? Quantas palavras você terá então? Não o suficiente para um livro inteiro. E o lance é: se você continuar fazendo isso, nunca terá o suficiente.” — Meg Cabot

“Acontece com cada cada escritor que eu conheço. O conjunto original de ideias quase nunca sustenta o processo de escrita até o fim. Geralmente, essas ideias acabam por ser muito simples. Então o que fazer para continuar?

O primeiro passo é perceber que não é apenas um problema dos escritores. É um fato engraçado sobre os seres humanos: nós sempre pensamos de maneira muito simples. O universo é sempre maior, mais confuso e mais complicado do que esperamos que seja. O mundo real é cheio de detalhes complexos, e sempre que você pensa ter a manha sobre algo, ele fica ainda mais complexo. Às vezes, chegar ao final de um romance exige lembrar simplesmente que o mundo é mais complicado do que pensamos, e depois enfiar algumas dessas complicações na história.” — Scott Westerfeld

“As pessoas frequentemente me pedem dicas para escritores, e eu digo a mesma coisa todas as vezes: a única maneira de se tornar um escritor é escrevendo. Igualmente importante à prática da escrita é a habilidade de desativar as vozes que lhe dizem que escrever é impraticável ou muito difícil ou fora do seu alcance de alguma forma. É tão importante escrever rascunhos rápidos, rascunhos ruins, rascunhos fracassados, quanto escrever os bem-sucedidos. O que você aprende é escrever sem medo. E vamos ser honestos, o medo é o que impede a maioria das pessoas de escrever, mesmo quando elas desejam desesperadamente.” — Lauren Oliver

Eu adoro receber conselhos de outros autores, essas pessoas que eu tanto admiro, e isso o NaNoWriMo tem de montão. Tem mais alguém sonhando em se tornar escritor por aqui? 

Compartilhem suas dicas e experiências comigo ;)

4 de set. de 2015

Papos de sexta: Cumplicidade literária


Marco um horário com o cabeleireiro. Tem que ser antes da Bienal. Eu chego na hora. Ele ainda está ocupado. Me pergunta se vou trabalhar. Digo que sim. Ele chama a assistente. Pede para lavar meus cabelos. Para ganhar tempo. Ela obedece. Me pergunta se sou autora. Brinco que um dia serei. Digo que trabalho pra uma editora. Ela acha o máximo. Diz que vai à Bienal no seu dia de folga. Prestigiar uma autora que ela adora. Pergunto quem é. Responde: Colleen Hoover. Eu rio. Digo que vou mediar o bate-papo com a autora. Não na Bienal, mas na Travessa. Ela vai aparecer por lá. Conversamos sobre os livros. Leu quase todos. Seu favorito não foi lançado no Brasil. Mas adorou Métrica. O lado feio do amor também. Conversamos sobre Miles Archer. Também sobre Nick Bateman*. Diz que é fã da Jamie McGuire e Tammara Webber. Conversamos sobre o Lucas. Também sobre os Irmãos Maddox. Meu cabeleireiro me chama. Eu me sento na cadeira. Ela em pé ao meu lado. Diz que adora new adult. Pergunto se leu Beleza perdida. Sim, um dos seus favoritos. Um dos meus também. Conversamos sobre o livro. O cabeleireiro me pede para ficar quieta. Não quer cortar meu cabelo torto. Sento direito e olho para a frente. Descubro que ela é fã da Carina Rissi e Bianca Briones. Informo a agenda das duas autoras na Bienal. Ela fica triste. Vai trabalhar nesses dias. Ela gosta de YA também. Principalmente fantasia. Adora Os Instrumentos Mortais e o Jace. Ela aguarda o seriado de TV. Espera não se decepcionar. Eu também, eu também, eu também. Agora está lendo O Trono de Vidro. Adorando o livro e a Celaena. Ela pronuncia “Celena”. Eu também. Ela diz que é leitora compulsiva. Mas nem sempre foi assim. Agora nem pode comprar todos os livros que gostaria. Digo que vou deixar alguns exemplares com ela. Depois que passar a Bienal. Ela agradece muito. O cabeleireiro terminou. Eu tenho que ir. Nos despedimos com um abraço. De cumplicidade literária. Saio do salão com os cabelos mais curtos. E um longo sorriso no rosto :)

*O modelo e ator Nick Bateman vai interpretar Miles Archer na adaptação cinematográfica de Ugly Love.

14 de ago. de 2015

Papos de sexta: A meta da Booktubatona

 Entre os dias 3 e 9 de agosto, aconteceu mais uma BookTube-A-Thon, a maratona literária dos booktubers! Realizada por Ariel Bissett — uma figuraça que todos deviam conhecer —, a BookTube-A-Thon tem duração de uma semana e conta com a participação de alguns dos meus canais favoritos no YouTube, como o Little Book Owl, A Book Utopia, Poland Bananas, Bookish Thoughts, Padfoot and Prongs07, Elizziebooks, Priceiswong, e outros que ficaram de fora dessa última edição.


No Brasil, a primeira Booktubatona aconteceu durante a maratona literária de inverno desse ano — realizada pelo Geek Freak no mês de julho —, e reuniu booktubers como Perdido Nos Livros, Pam Gonçalves, Um Leitor a mais, Vitor Martins, Índice X, Ultraviolet, e muitos outros que eu ainda não conhecia — mas que pretendo acompanhar daqui pra frente :)


Essas maratonas são ótimas para conhecer novos canais literários e se divertir com os desafios — além de aumentar consideravelmente a pilha de livros que queremos ler! rs A meta é ler um livro por dia, mas não vamos colocar uma meta, né? Vamos deixar a meta aberta, e quando atingirmos a meta…#deixaquieto
Eu não consegui participar novamente por conta do trabalho e da minha coluna — e por conta disso, estou bem abaixo da minha meta de leitura —, mas estou me preparando física e mentalmente para a próxima BookTube-A-Thon, que acontece no final do ano. Quem sabe eu consigo dobrar minha meta? rs

3 de jul. de 2015

Papos de sexta: Debaixo das cobertas

O inverno chegou, finalmente! Essa estação é uma delícia para quem gosta de ler. Aquele friozinho lá fora, e a gente debaixo das cobertas, na companhia de um ou vários livros. Adicione a bebida quente de sua preferência — café, chá, chocolate — e voilà! Podemos esquecer do mundo :D
Eu adoro o inverno, mesmo os dias cinzentos, e já separei alguns lançamentos para entrar no clima. Quer conferir a minha lista?


O primeiro é Lírio azul, azul lírio, da Maggie Stiefvater. Eu amo a autora, e essa é uma das minhas séries favoritas! Estou morrendo de curiosidade — de medo também — para descobrir o que a Maggie está tramando. Outro sobrenatural da minha lista é Livro das sombras, da Cate Tiernan. Eu adoro histórias sobre bruxos, e essa série é internacionalmente famosa e recomendada.


Inverno também combina com suspense, então separei o thriller Ela não é invisível, do Marcus Sedgwick. Eu não conheço o autor, mas a sinopse me deixou muito a fim de ler! Outro que me cativou pela sinopse foi Rich e Mad, de William Nicholson. Promete ser uma leitura deliciosa ;)


Aliás, jovem adulto combina com todas as estações, né? O novo da dupla David Levithan e Rachel Cohn, Naomi & Ely e a lista do não beijo, também está na minha lista. E que tal um chick-lit? As MAIS 5: Sorte no jogo, sorte no amor, da Patrícia Barboza, é uma boa pedida — e muito divertida também :)


Mas nada melhor do que um romance new adult para nos aquecer nesse inverno! Seja o bad boy irresistível de No limite do perigo, da Katie McGarry, ou o triângulo amoroso de Entrelinhas, primeiro romance da Tammara Webber. Dá para perder a noção do tempo com esses dois livros — mas se quiser uma leitura rapidinha, tem o conto Em busca de Cinderela, da Colleen Hoover ;)


Beleza Perdida, da Amy Harmon, é perfeito para iluminar os dias cinzentos. E depois, um livro para colorir: Ateliê Fashion: Estampas para colorir, da Rafaella Machado, que acabou de ser lançado — e é l-i-n-d-o!

Com tanto livro bom, só tem uma coisa ruim: o inverno vai passar e nem vamos sentir :)

5 de jun. de 2015

Papos de sexta: Beleza encontrada


Você já deixou de ler algum livro por preconceito com o autor, tema ou gênero? Eu quase cometi esse erro uma vez, mas antes de contar a minha história — e correr o risco de ser julgada por todos — eu vou adiantar o final: o livro tornou-se um dos meus favoritos ;)

Eu leio bastante e há bastante tempo, e tenho uma ideia do que me agrada ou não. Esse autoconhecimento tem dois lados: o bom é que eu tenho mais chances de acertar nas minhas escolhas, o ruim é que eu não arrisco tanto nas minhas leituras. E quando eu soube que Beleza Perdida era um romance motivacional — e me atrevo a dizer, um romance cristão — eu quase passei adiante.

Lembro que eu dei uma busca na palavra “Deus”, ao iniciar a leitura no Kindle, apenas para checar quantas vezes ela apareceria — 41 vezes, para quem ficou curioso —, e tive receio de que a autora fosse pregar a sua fé em vez de contar uma história. Mas era tanta gente elogiando o livro que eu decidi dar uma chance, e o resultado foi inesperado: eu amei o livro, tanto que recomendei para vários leitores — de todas as crenças e leitores sem crença alguma.

Beleza Perdida não restaurou minha fé na religião, mas restaurou minha fé na humanidade — e acredito que todos nós precisamos disso no mundo atual. Uma história de amor ao próximo, de acreditar em si mas confiar também no outro. Uma história de superação que ficará para sempre comigo!

Amy Harmon me mostrou a essência de um verdadeiro herói e me deixou pensando:  às vezes, os livros que não queremos ler são os que mais precisamos naquele momento. Vale investigar o porquê da resistência e, se infundada, dar uma chance a eles. A única coisa que temos a perder é tempo, mas corremos o risco de encontrar uma bela história — assim como eu encontrei ;)

17 de abr. de 2015

Papos de sexta: Sem compromisso


Tita: “Frini, minhas amigas me acusam de infidelidade literária, e o pior — ou melhor, depende do ponto de vista :) — é que elas têm razão”.

Frini: “Tita, #tamojunto. Na vida fora das páginas, nosso coração pertence a um só, mas dentro delas, tem sempre espaço pra mais um, ou dois, ou vinte!”

Tita costumava ser fiel aos seus heróis. Jace Wayland, por exemplo, foi amor à primeira leitura, e manteve-se fiel livro após livro, mesmo quando foi apresentada a um certo galês de olhos azuis: “Não vou negar, meu coração balançou por Will Herondale e por muitos outros. Mas eles eram as variáveis, enquanto que Jace era uma constante na minha vida literária”.

Já Frini nunca entendeu essa coisa de fidelidade quando o assunto é personagem: “Sou apaixonada por tantos personagens que até perdi a conta! Como escolher só um dos Garotos Corvos ou um dos irmãos Salvatore? E pra quê?”

O mais engraçado é que Frini não suporta Jace (para a felicidade de Tita), mas também tem uma queda por Will. Vai entender!

Tudo muito bem. Tudo muito lindo. Mas com uma pequena pedra no caminho: a diferença de idade entre personagens e leitoras apaixonadas. “Jace tinha apenas 17 anos, e eu já tinha passado da adolescência fazia tempo. A diferença de idade pesou, e senti que era hora de me envolver com personagens mais maduros. Foi assim que eu conheci o new adult e o Travis Maddox, Will Cooper, Lucas Maxfield, Noah Hutchins, Ryan Stone, Rafael Ferraz, Dean Holder, Trent Maddox, Tyler Mann, Bernardo Albuquerque, Graham Douglas, Isaiah Walker, Thomas Maddox… A lista é longa, então vou parar por aqui”, explica Tita.

“E como é longa essa lista! Já pensei em vários outros! (risos) Concordo com a Tita. Não é que a diferença de idade seja uma complicação, porque quando lemos, podemos ter a idade que quisermos, sermos quem quisermos. Mas esse gap de anos resulta também em um gap de experiência, o que nos faz buscar algo além. No melhor estilo ‘não é você, sou eu’, sabe? Mas mesmo assim, uma vez apaixonada por um personagem, sempre apaixonada por ele”, divaga, Frini.
Tem leitor que briga por exclusividade dos personagens favoritos, mas as duas colunistas da Galera dizem ter superado essa fase. O lance delas é pular de página em página e se apaixonar de livro em livro. Sem compromisso ;)

Se você é do Rio de Janeiro, que tal bater um papo com essas duas figuras no sábado, 28 de abril? O Clube do Livro Saraiva fez uma parceria com o Grupo Editorial Record para abordar o tema New Adult na edição do evento. E a Saraiva do Shopping Rio Sul vai ficar pequena para tanto leitor apaixonado e personagem apaixonante. Não perca!


Se você não é do Rio, fica ligado na página do Grupo Editorial Record para saber quando será o evento New Adult na sua cidade.

13 de mar. de 2015

Papos de sexta: Maria vai com as letras


Tenho pensado no quanto sou influenciada pelos livros. Fiquei viciada em slam poetry, assistindo vários vídeos no YouTube, depois de Métrica. Quis praticar roller derby — mas tive que me contentar em patinar na ciclovia — por causa de Derby Girl. E ainda penso em ter aulas de defesa pessoal, motivada pelos acontecimentos de Easy.

Ando cobiçando os carros dos personagens — os donos dos carros também! rs — de Os Garotos Corvos e estou obcecada por tarô desde que li os livros, ao ponto de trocar mensagens com a autora e surtar ao descobrir que temos o mesmo baralho!

E melhor nem comentar a fase em que acreditei ser uma vampira — eu era criança e meus caninos cresceram antes da hora, tá? Ou quando fantasiei que era uma Caçadora de Sombras — e já estava bem crescidinha ;)

Não vejo isso como falta de personalidade; está mais para curiosidade inata, imaginação fértil e vontade de aprender coisas novas. Mas se isso faz de mim uma Maria vai com as letras, tudo bem.


Mudar faz parte da vida, e eu me transformo a cada página virada. E vocês, também são influenciados pelos livros? 

6 de fev. de 2015

Papos de sexta: The Walking Daryl

A 5ª temporada de The Walking Dead retorna no dia 8 de fevereiro nos Estados Unidos, e no dia 9 aqui no Brasil, após hiato de 70 dias — não que eu esteja contando ou algo parecido :)
O último episódio de 2014 — considerado um dos melhores da série — terminou de maneira dramática e a especulação está correndo solta entre os fãs. Alguns rumores ganharam força, como a possibilidade de Rick Grimes tornar-se um vilão, já que a mudança na postura do Xerife é incontestável. Mas nenhum personagem rende tantas teorias quanto o interpretado pelo ator Norman Reedus.
Muito tem se falado sobre o destino de Daryl Dixon. Como o personagem não existe nos quadrinhos, os criadores da série de TV têm maior liberdade para tramar o que quiserem para ele, sem que isso altere o rumo da história. Daí surgiram rumores de que ele morreria em breve, levando os fãs ao desespero — quem não conhece o meme If Daryl dies we riot (algo como “se o Daryl morrer, nós nos rebelamos”)?
A revolta não é apenas por Normam Reedus ser um bom ator — ou por ser muito gato! rs — mas porque seu personagem é um dos favoritos dos fãs, tanto que o autor Robert Kirkman cogita levar Daryl para os quadrinhos. Mas todo esse sucesso pode estar ofuscando os demais protagonistas da série.
Outra teoria diz respeito à sexualidade de Daryl, ou a aparente ausência dela. Kirkman afirmou que tem ideias muito específicas sobre isso e que serão exploradas no tempo certo. Ao ser questionado se o canal AMC estaria OK com a possibilidade de Daryl ser gay, ele respondeu “absolutamente”, plantando a dúvida na cabeça dos fãs.
Kirkman sempre defendeu que personagens gays podiam ser badass, e os paralelos entre Daryl Dixon e Paul “Jesus” Monroe — que existe nos quadrinhos mas ainda não apareceu na série de TV —  são muitos. Resta saber se os dois são personagens distintos ou se Daryl é a encarnação de Jesus na TV.
Por último, a notícia de que um dos protagonistas do spin-off será revelado no final desta temporada alimentou um antigo sonho dos fãs: de que Daryl Dixon tivesse sua própria série de TV. Já essa teoria não me agrada tanto, pois eu curto demais o bromance entre os atores Norman Reedus e Andrew Lincoln :)
Agora é com vocês: quais rumores de The Walking Dead vocês ouviram por aí, e o que vocês esperam deste final de temporada? Vamos especular nos comentários!

14 de jan. de 2015

Papos de quarta: Pausa para "shelfie"

Lembram do meu texto sobre decoração natalina? Pois inventei de montar uma árvore empilhando os livros de um jeito diferente daqueles que mostrei no post. Resultado: a árvore tombou em 1 semana! rs
Por conta disso, comecei o ano de 2015 arrumando todos os livros novamente nas estantes — uma tarefa que adoro, mas que sempre me deixa em dúvida: qual o melhor sistema de organização?
Ordem alfabética
Bastante funcional, é o sistema adotado em bibliotecas e livrarias, e um dos favoritos dos leitores! Normalmente, organiza-se por nome de autor, mas pode-se classificar também por título — ou ambos.

Autor / coleção
Pode-se agrupar os livros de uma coleção ou autor na mesma estante, sem ordená-los alfabeticamente. Esse método não é tão intuitivo quanto o anterior e não é recomendado para bibliotecas e estantes que sejam acessadas por várias pessoas, ou que tenham uma grande quantidade de livros.
Gênero / categoria
Dividir as estantes em ficção e não-ficção, contemporâneo e histórico, sci-fi e fantasia etc. Também bastante utilizado em bibliotecas e livrarias, torna-se o sistema perfeito quando somado aos dois anteriores.

Tamanho / formato
Tem gente que prefere agrupar os livros de acordo com suas dimensões — pequeno, médio e grande; fino e grosso — ou seus formatos — capa dura e brochura. O visual é atraente, mas é um sistema pouco funcional.
Horizontal / vertical
A disposição na horizontal permite uma maior ventilação dos livros, mas eles podem tombar ou mesmo empenar (para isso, existem os aparadores de livros ;) Quando empilhados, as páginas dos livros não respiram e mofam com mais facilidade, mas é um recurso interessante esteticamente.

Cor da lombada
O preferido dos arquitetos e decoradores — e o menos intuitivo de todos! rs Normalmente, os livros são agrupados de acordo com as cores das lombadas, mas já encontrei estantes em que apenas os miolos dos livros ficavam aparentes, tornando-se impossível localizar qualquer título.
O meu método é uma mistura de todos os outros! rs Eu sempre mantenho os volumes de uma coleção na mesma estante e quando sobra espaço, acrescento outros livros do mesmo autor ou gênero. Daí eu disponho esses livros em escala cromática, apenas para dar uma uniformidade visual (designer tem dessas frescuras! rs), mas não ligo para ordem alfabética.

Qual sistema vocês utilizam na hora de arrumar os livros? Conta pra gente — ou posta um link de sua “shelfie” nos comentários :)

16 de dez. de 2014

Papos de terça: Nataliterário

Desde que me mudei da casa dos meus pais, há 12 anos, eu devo ter decorado o meu apartamento para o Natal apenas duas vezes — e logo nos primeiros anos, quando tudo era novidade. Eu continuo achando a ideia bacana, não me levem a mal, tanto que coleciono referências de árvores e adornos alternativos, além de tutoriais diversos. E vivo dizendo que vou caprichar na decoração do ano seguinte, mas as festividades são sempre na casa das famílias — minha e do marido. Daí junta a correria dessa época, o calor, o cansaço acumulado, a preguiça… Quando me dou conta, já é Ano Novo!

Mas talvez eu receba visitas em casa nesse final de ano, e isso me fez correr para a internet em busca de inspirações. Algo que fosse rápido, prático e barato. E como tenho muitos livros, eu separei algumas dicas de decoração literária. Vocês, leitores, devem conhecer a maioria delas, mas vou compartilhar mesmo assim! :)

Começando pelas árvores… Não tem mistério na hora de montar uma árvore de livros, apenas decida qual lado do livro ficará aparente: a lombada, como nessa versão da loja Anthropologie (imagem via Fancy), ou o miolo, igual à vitrine da The Moravian Book Shop (imagem via Soon Remembered Tales). A quantidade de livros é proporcional à altura da árvore. Essa do Family Sponge levou aproximadamente 80 exemplares. Uma dica importante: prefira decorar com lâmpadas de LED, pois esquentam menos.

Não tem espaço sobrando? Sem problema! Você pode montar sua árvore de Natal embaixo de uma lareira, como essa ideia do Thoughts from Alice para o site Jennifer Rizzo. Pode ser embaixo de um aparador ou mesa também. Melhor ainda, você pode montar uma árvore de livros na própria estante, como essas do Swiss Miss e Michael Johansson.

Ou optar por versões reduzidas, como essas do The Decorologist e Mondo Cherry.

Outra maneira de montar sua árvore é usando os livros abertos, mas confesso que só teria coragem de fazer isso com exemplares, bem velhos, daqueles que a gente separa para doação, sabe? As imagens são dos sites Twig and Thistle e Media Tinker.

Você pode usar apenas as páginas dos livros, como nessa ideia do Life in Grace. Mais uma vez, livros bem velhinhos! rs Ou substitua as páginas dos livros por folhas de jornal, como nessa ideia do Mother EarthLiving.

A loja Anthropologie também vende essa mini árvore de Natal para enfeitar qualquer superficie, mas o site The Wonder Forest ensina a fazer uma igual.

Outras ideias de mini árvores com tutoriais: a primeira é da Martha Stewart, a segunda é da loja Land of Nod e a terceira do The Sweetest Occasion.

E para finalizar, que tal essa decoração literária para a ceia de Natal? A ideia é do StyleMe Pretty.
Essas e outras inspirações estão no meu Pinterest. Espero que vocês tenham gostado das dicas e aproveito para desejar a todos um Feliz Natal! E que 2015 seja repleto de livros ;)

17 de out. de 2014

Papos de sexta: Cor de rosa

Peço licença para abordar um tema mais sério nesse Papos de Sexta, pois não posso deixar o mês passar em branco. Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, e minha mãe enfrentou esse vilão há mais de 10 anos. Infelizmente, ela não sobreviveu para contar sua história, mas eu estou aqui para alertar a todos ;)
Vocês devem ter notado que alguns monumentos ganham tons de rosa nessa época do ano e que as pessoas saem às ruas vestidas da mesma cor. O movimento internacionalmente conhecido como Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos na década de 1990, para estimular a participação da população no controle e prevenção da doença. O nome remete à cor do laço distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, que tornou-se o símbolo da luta mundial contra o câncer de mama.
A maneira mais simples de aderir ao movimento é fazendo uso da cor rosa, mas você pode participar de outras formas. Você pode doar seu cabelo para a confecção de perucas, por exemplo (eu fiz isso uma vez, quando meu cabelo estava na cintura :) Ou pode simplesmente levar essas informações para o maior número de mulheres que você conseguir — mãe, avó, tia, namorada, não importa!
Em 2014, são esperados mais de 50 mil novos casos apenas no Brasil. Diversos fatores estão relacionados à doença: obesidade, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica, não ter tido filhos ou amamentado, histórico familiar de câncer de mama e ovário, entre outros. Lembrando que a presença de um ou mais fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença. Já a prática de atividade física e uma alimentação saudável são fatores de proteção, e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.
No Brasil, o INCA é o centro de referência no controle e tratamento do câncer, promovendo espaços de discussão e disponibilizando informação para todos. E informação é uma arma valiosa na prevenção e combate de qualquer doença.

Que esse movimento de conscientização possa mudar a história de muitas mulheres e proporcionar cada vez mais finais felizes — ou cor-de-rosa ;)