30 de out de 2015

Papos de sexta: O Sorriso que a Meg Trouxe


Eu me lembro de quando só eu sabia quem era ela. No grupo de amigas, ninguém havia lido nada dela ainda. Quis dividir o que tinha achado, por anos não consegui. Aí um belo dia, eu entrei no Fórum da Galera Record e descobri um mundo de gente que a amava tanto quanto eu. Isso foi em 2007, fiz muitas amizades, muitas das quais revelei aqui em outras colunas, assim como já falei do meu amor por essa autora. Mas o que senti necessidade de contar agora foi como, após tantos anos, ela ainda mexe comigo. Em 2009, quando vi Meg Cabot pela primeira vez, eu tinha outra vida. Quero dizer, nem conhecia meu noivo e muito menos trabalhava onde hoje estou.
Há exatamente 1 semana, eu fui pro trabalho pensando que, mesmo 6 anos depois, uma coisa não mudou: minha paixão por Meg. Eu fiquei acompanhando as postagens na página do evento e vendo as pessoas chegando desde 5 da manhã. Se por um lado eu queria estar lá curtindo, por outro sabia que não tinha como faltar ao trabalho para vê-la. Meu dia estava cheio, um milhão de coisas do casamento para resolver, mas Meg era minha alegria do dia.
Saída do trabalho, não aguentei e peguei um táxi. No caminho, me comunicava com amigas que estavam na fila já com a senha no pulso, e, no nervosismo, nunca Botafogo ficou tão distante do centro da cidade. Ao chegar na livraria, caiu a ficha de que a veria mais uma vez, de que havia conseguido, e quase dei uma volta olímpica. Uma longa fila, já formada, ia sendo atendida, todas de tiara na cabeça, umas com roupa de princesa... Ao pegar a senha-pulseira, também recebi uma tiara. E eu, que tinha saído de casa dizendo que não repetiria o mico de colocar tiara na cabeça como na foto da Bienal em que ela participou, me vi colocando a tiara e me sentindo a Mia — quem nunca? Encontrei tantas amigas, relembramos tantas histórias, me emocionei com o choro das meninas que a viam pela primeira vez, torci com as que vibravam saindo com o troféu em mãos após atendidas por Meg — leia-se livros autografados — e esperei ansiosamente a minha vez.

Me maquiei, segurei meus livros e segui em direção dela. Escolhi "A Noiva é Tamanho 42" e "O casamento da Princesa", obviamente porque no ano do meu casamento queria que ela autografasse livros com o tema — e porque amo as duas personagens desses livros! Foi rápido, mas um " Great" dela me fez sorrir de orelha a orelha. Falei o trivial, sorri para foto e pronto. Meu ano tinha sido salvo. Ver Meg me fez lembrar o como a vida melhora em certos aspectos quando só focamos nos ruins. Não sou a mesma de 2009, mas Meg continua maravilhosa e eu serei sua fã até os 100 anos. Meg é única! Tragam ela todo ano, Galera Record ;) 

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