29 de jul de 2013

Tons da Galera - Para sempre Marilyn

Não há dúvidas de que Marilyn Monroe foi e sempre será a maior estrela de Hollywood de todos os tempos. Não importa quantas Angelinas, Annes, Jennifers ou Meryls vierem, Marilyn ocupa um lugar especial e intocável nos corações e mentes de cinéfilos do mundo todo.
A identificação das mulheres com o mito já teve diversas explicações, entre elas a de que a aura de inocência e fragilidade da atriz, juntamente com sua vida conturbada, faz com que mulheres do mundo todo se identifiquem e não vejam a maior bombshell da história como uma ameaça.
Ainda mais porque recentemente a estrela tem tido um boom de exploração de diversas marcas, cada uma querendo arrancar mais um pedacinho seu, como os estúdios de Hollywood dos anos 50 e 60 faziam, algo que Marilyn nunca escondeu ressentir. Será que ela apoiaria o que os donos dos direitos de sua imagem estão fazendo então? Afinal a moça continua trabalhando sem parar e estufando bolsos alheios, 51 anos após sua morte. Vejamos alguns exemplos?
Marilyn hoje é:
- Estrela de produtos de cabelo.
A marca Sexy Hair lançou esse mês uma campanha para seus produtos com imagens da estrela e slogans como “Estilos mudam, mas sexy é eterno”.
                                                       
- Inspiração e nome para linha de roupas:
A Macy’s lançou este ano uma linha de roupas inspirada no guarda roupa de Marilyn, como o vestido de cerejas inspirado no que ela usou em “Os Desajustados”, seu último filme.
                        
Ressuscitada para vender perfume
Apesar de ser a mais notória usuária do clássico Chanel n5, foi a Dior que ressuscitou Marilyn digitalmente para vender seu perfume J’Adore, com direito a uma fala e tudo. Voodoo pouco é bobagem!
                               
Um rostinho (muito) bonito para vender maquiagem:
Essa linha hit da MAC, que esgotou em dias, não trazia nenhuma inovação, mas o simples fato de ter MM estampada em suas embalagens bastou para que os produtos voassem das prateleiras e se tornassem item de colecionador. Quem bobeou, perdeu (caso dessa que vos fala).
                            

E isso só nos últimos meses, sem contar com novos livros e fotos inéditas que pipocam em livrarias e leilões constantemente. E então? Será que os tempos mudaram mesmo? Marilyn não estaria sendo tão ou mais explorada quanto nos anos pré-feminismo em que viveu? Será que é justamente isso que a faz ser eterna como desejava? E mesmo sabendo que é uma baita exploração, será que tem algum fã que resista? Eu sei que eu não!


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