14 de out de 2011

Papos de sexta: O homem da maçã, por Rafa Fustagno

Pensei muito no que escreveria na coluna dessa semana mas não poderia deixar de prestar aqui uma homenagem ao homem que fez com que um símbolo comum como uma maçã significasse tecnologia. Claro que estou falando do gênio Steve Jobs que nos deixou precocemente semana passada.

Se você lê os Papos de Sexta toda semana certamente o faz de uma das tecnologias que ele não só ajudou a criar como as fez ser parte de nosso dia a dia, tão corriqueiro usarmos que temos dificuldade em lembrar como faziámos antes dessa tecnologia toda existir em nossas vidas.


Sim, sou um pouco saudosa, sou do tempo em que mãe só achava a gente se estivéssemos na casa de alguém porque não existiam celulares, se perdíamos o contato com alguém e não tivéssemos o número do telefone, tínhamos que recorrer às páginas amarelas... não era tão fácil como buscar no Facebook um sobrenome ou amigos em comum e pedir para adicionar .

Ah... era gostoso o tempo em que quem quisesse ter um livro não tinha como baixá-lo na internet, tinha sim que carregar todo o peso do livro retirado da biblioteca e encontrar algum lugar que aceitasse tirar cópias dele todo se a grana estava curta. Sou antiga... ainda gosto dos cds e quase não baixo música, prefiro comprar um livro a um e-book e, sim, admito que compro boxes de seriado só para ter os atores lindos da capinha na estante, tão mais legal do que em arquivos dentro de meu computador!


Então, porque gostar de Jobs e sentir imensa falta dele? Ah! Porque sem ele aquele toquezinho mágico que move coisas na tela do Iphone ainda seria coisa de filme de ficção científica (sim, foi ele que inventou!),  aquele tablet maneírissimo que você atualiza seu blog, twitter... e leva para tudo quanto é lugar? Pois é... não existiria, até mesmo a câmera digital que você usa tem um dedo de Jobs, gosto de vê-lo como o homem que simplificou a vida de muitos. Seus vários produtos com 'i' na frente não são um sucesso à toa, por estarem na moda, e sim por serem inovadores e únicos.

Tenho que confessar que amo um bom computador: tenho laptop, celular, ipod... e obviamente não me imagino sem nenhum deles. Isso tudo me fez lembrar que foi ele o culpado por termos o computador pessoal, aquele que usamos todos os dias e que antes eram exclusivos de empresas, mas ele foi além, ele arriscou e acertou em ousar que qualquer um poderia e deveria ter um computador em casa seja para o trabalho ou fosse para o lazer.


Ele foi pioneiro, merece nossos aplausos e nosso lamento de ter partido tão breve, o homem que fez com que suas ideias brilhantes saíssem de sua cabeça e fossem parar nos produtos das empresas que trabalhou e assim consequentemente em nossos lares. Jobs foi além de sua época, ele foi além do que muitos poderiam acreditar existir. Infelizmente o homem que tanto amava inovar foi vencido por uma das doenças mais antigas do mundo; talvez falte um Jobs na ciência para descobrir a cura da doença que o levou.


Que o mundo nos traga outros gênios porque já estamos sentindo a falta desse! ;)

8 comentários:

janda disse...

Quando eu penso no Jobs, penso naquela imagem do Mickey em Fantasia, criando a partir do nada. :~

Loucos Por Livros! disse...

Eu não tenho nenhum aparelho da Apple, mas sei que o Steve fez uma grande inovação tecnológica. Eu não o considero um gênio, porque acho que quem é gênio foi o pesquisador que iria ganhar o prêmio Nobel, só que morreu. Para mim, esses são os gênios. Mas respeito a opinião de quem o chama assim, é claro. É triste ver várias pessoas morrendo de câncer todos os dias, mas é a vida e no final, todo mundo morre. :(
E Raffa, quando li o nome da sua coluna, pensei logo em Crepúsuclo. HAUHAU.
Adorei o texto, amiga!
Beijos ;*

Ana Carolina
http://loucospor-livros.blogspot.com

danamartins disse...

Foi ele que teve a ideia de fazer um computador mais compacto, mas se dependesse só dele nem todo mundo teria um computador em casa (eram computadores caros e de não muito fácil acesso, como hoje). ;x
Só alguns comentários contrários HUAH porque tem pessoas geniais que fizeram e ajudaram muito, mas que vivem em um mundo que fez isso ser possível '-'

Guto disse...

Adorei o post Raffa, confesso que não tenho nada da Apple, infelizmente, mas um dia vou ter. HAHAHA Mas mesmo assim eu tenho o Steve Jobs como um exemplo de vida. Claro que ele largou a escola e isso não é tão legal assim, mas ele lutou por tudo que ele queria, e ele era, com certeza, uma pessoa prodígio. Criando coisas que só poderiam ser criadas por pessoas com anos de estudos. Jobs fara muita falta, mas terá outros Jobs, e não só no mundo tecnológico em... rs ;D
Gostei mesmo do post Raffa, parabens.
Bjs, Guto.
www.boyswhoread.blogspot.com

Loucos Por Livros! disse...

Realmente o mundo perdeu um grande gênio, uma pessoa que realmente fez uma revolução no modo de vida das pessoas... Afinal o que ser de todos nós sem o nosso computador?? Nada... Não teria meu celular hoje, afinal ele é da tecnologia do toquezinho (Y) HAHAHAHHHA Já até falei pra minha mãe, vamos fazer uma homenagem ao Steve, comprar um iphone pra mim!! HAHAHAHAÓ
Achei muito legal essa sua homenagem irmã, legal e diferente pois quando li o titulo da coluna logo pensei em Crepúsculo! HAHAHAH
Ótima coluna, como sempre né!! Arrasou na criatividade e na originalidade!!!
Beijos,Débbie

Raffafust disse...

Carol,

Pensou em Crepúsculo? hahahha Não, ele não é o homem da maçã..hahaha é o Jobs amiga!

dana,
Concordo que tem muitas outras pessoas que contribuíram para o que ele conseguiu fazer mas toda tecnologia no início é cara e depois barateia...eu lembro que achava que nunca teria uma máquina digital.hahhaa era tão cara quando lançaram! O.o

Helena Pavan Guimarães disse...

O computador simplificou nossa vida , com a energia tudo ficou mais prático, rápido! Nos ampliou o nosso meio de comunicação , tirou barreiras enormes da nossa vida.
Foi um homem muito importante
Adorei seu post super interessante.
Uma Ótima semana
Beijos Helena

Anônimo disse...

Jobs foi a frente de seu tempo e soube investir no novo, em criar uma demanda que nos, consumidores, ainda iriamos sentir. Brilhante.
bj
Frini