31 de out de 2014

Papos de sexta: Respira


Um
Dois
Três
Respira
Ele está de joelhos. Nunca pensei que o veria de joelhos.
Um
Dois
Três
Respira
Ele coloca todo o seu peso em seus braços, entrelaçando os dedos e golpeando o peito dela com as palmas de suas mãos.
Um
Dois
Três
Respira
Sou ar. Sou tudo e nada. Nada sinto. Nada dói, não mais. Nada além da cena à minha frente. Meus olhos embaçam, mas as lágrimas não caem. Tenho todas e nenhuma mais. Sou ar.
Um
Dois
Três
Respira
Acho que escorrego pela parede até sentar-me no chão. Ela não se move. Ele não desiste. Eu quero chorar.
Um
Dois
Três
Respira
Posso ver que os braços dele estão cansando. Quero abraçá-lo e sussurrar ao seu ouvido. “Está tudo bem. Vai ficar tudo bem”. Mas eu não me movo.
Ele continua, seus olhos transbordam.
Um
Dois
Três
Respira
Um
Dois
Três
Respira
Ele pausa, deixando o cansaço tomar conta de seu corpo. Ele deixa a cabeça pender. Ele se deixa cair sobre ela.
Derrota
Desespero
Vai ficar tudo bem
Nada dói mais
Respira

20 de out de 2014

Tons da Galera: Halloween direto do armário

Como disse Kate Spade, para algumas mulheres “Se fantasiar é uma paixão que começa aos 5 anos de idade e nunca realmente acaba”. A gente sabe que a época oficial da fantasia aqui no Brasil é no Carnaval, mas às vezes aparece aquela festinha de Halloween pra ir, e como bom Brasil, geralmente em cima da hora. O que fazer?

Vendo o vídeo abaixo da top blogger Michelle Phan ensinando a fazer uma maquiagem bonequinha de luxo das trevas para o Halloween, pensei em quais fantasias poderíamos criar de última hora, às vezes até com itens que já temos no armário.


A começar pela própria Bonequinha. Que mulher não tem o clássico vestidinho preto, óculos escuros gigantes e pérolas muitas? O toque a mais fica com o coque no alto da cabeça, que pode ser arrematado por uma tiara.

Frida – Compre algumas flores de plástico e faça a tiara. Pegue aquele lápis de olho poderoso e junte as sobrancelhas. O maxi colar que bombou na ultima estação cabe nesse look, junto com roupas estampadas e bem coloridas. Fridas nunca passam despercebidas.

Axl Rose – Gente, pelamordedeus, estamos falando do Axl antigo tá!!! Sério… Quem não tem uma calça skinny preta ou legging, camisa de banda e um óculos modelo Aviator? Falta só a bandana na cabeça, com ou sem boné virado para trás por cima. As  tattoos podem ser falsas mas a chapinha se o cabelo não for liso é uma necessidade.
Pinup


Moça com brinco de pérola – Um lenço grande (vale usar mais de um), um brinco de pérola grande (super in no momento) e uma olhadinha por cima do ombro: fantasia mais fácil ever.

The Plastics, as Meninas Malvadas. Saias, t-shirts e cardigans, e muito cor-de-rosa. Para essa fantasia vale convidar outras 3 amigas e a atitude “bitchy” pode ajudar a entrar no clima, mas de brincadeira, por favor!

Caso você realmente, realmente não consiga tempo de arranjar uma fantasia, ainda inspirada por Regina George de Meninas Malvadas, tente o look do gif abaixo... Vai que cola? ;)


17 de out de 2014

Papos de sexta: Cor de rosa

Peço licença para abordar um tema mais sério nesse Papos de Sexta, pois não posso deixar o mês passar em branco. Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, e minha mãe enfrentou esse vilão há mais de 10 anos. Infelizmente, ela não sobreviveu para contar sua história, mas eu estou aqui para alertar a todos ;)
Vocês devem ter notado que alguns monumentos ganham tons de rosa nessa época do ano e que as pessoas saem às ruas vestidas da mesma cor. O movimento internacionalmente conhecido como Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos na década de 1990, para estimular a participação da população no controle e prevenção da doença. O nome remete à cor do laço distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, que tornou-se o símbolo da luta mundial contra o câncer de mama.
A maneira mais simples de aderir ao movimento é fazendo uso da cor rosa, mas você pode participar de outras formas. Você pode doar seu cabelo para a confecção de perucas, por exemplo (eu fiz isso uma vez, quando meu cabelo estava na cintura :) Ou pode simplesmente levar essas informações para o maior número de mulheres que você conseguir — mãe, avó, tia, namorada, não importa!
Em 2014, são esperados mais de 50 mil novos casos apenas no Brasil. Diversos fatores estão relacionados à doença: obesidade, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica, não ter tido filhos ou amamentado, histórico familiar de câncer de mama e ovário, entre outros. Lembrando que a presença de um ou mais fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença. Já a prática de atividade física e uma alimentação saudável são fatores de proteção, e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.
No Brasil, o INCA é o centro de referência no controle e tratamento do câncer, promovendo espaços de discussão e disponibilizando informação para todos. E informação é uma arma valiosa na prevenção e combate de qualquer doença.

Que esse movimento de conscientização possa mudar a história de muitas mulheres e proporcionar cada vez mais finais felizes — ou cor-de-rosa ;)

10 de out de 2014

Papos de sexta: O peso de um comentário

Vivemos expostos o dia inteiro, ainda mais se somos viciados em internet e estamos em todas as redes sociais possíveis.
Não sei quantas vezes por dia entro no Facebook pelo celular ou laptop. Muito menos quantas acesso meu Instagram. Checar emails é quase um TOC: surge aquele envelopinho, logo corro e abro, apenas para ficar com raiva quando é propaganda. Somos assim: curtimos curtidas, vibramos com mais um seguidor; qualquer coisa interessante vira foto que em segundos é compartilhada, sem deixar de citar o momento no Twitter. Tanto lugar para estarmos presentes que às vezes nos perdemos.
Para quem tem blog a exposição pode ser maior. Canais no YouTube, então, nem se fala. Mas como lidar com as críticas que obviamente aparecem? Afinal já dizia vovó: "quem fala o que quer, ouve o que não quer". Pois é assim que funciona esse mundo sem limites da internet: se posto meu pé, tenho que estar preparada para que achem um de meus dedos horrível; para, entre centenas de likes, ganhar um comentário maldoso como "que pé feio!". Puxa, é meu pé, deixa ele! Tantos likes e eu vou me ligar logo naquela pessoa “fofa” que falou mal do meu pé?
Faço o que? Enquanto a boa educação pede que se ignore, a falta de um calmante me incita a responder: “Mostra seu pé também, quero ver se é mais bonito que o meu!" Mas vai que é...? Ou vai que a pessoa só quisesse aquilo mesmo, me ver irritada, e conseguiu?
E para que isso?
Porque desde que o mundo é mundo o implicante só existe porque alguém se importa com ele. Ser ignorado perde a graça. Ele gosta é de ver que atingiu seu objetivo. Talvez seja falta de uma boa louça para lavar, de um chão para varrer, ou até mesmo de um blog para atualizar, mas ele perde tempo comigo!
Os comentários maldosos sempre existiram. Não precisavam de redes sociais. A diferença é que agora eles chegam com mais poder. São milhares, milhões de pessoas que tem acesso àquelas letras que usam para insinuar que estou acima do peso. Onde entre tantos conhecidos e desconhecidos comentando que aquela foto com meu namorado está "divando", me pego focando em um desconhecido que nem mostra a cara no perfil e diz “Cruzes, parece um balão!". Não o conheço, não sei se também está acima do peso... mas o que importa é que me importei (sendo redundante) e, para ele, isso já valeu a pena. Se ao ler aquilo corri para balança mais próxima ou mandei suspender o sorvete e pedi uma salada é porque, de alguma forma, aquilo me atingiu.
E quem está na chuva é para se molhar, certo? Se posto uma foto pública com um vestido, tenho que estar preparada para ouvir que estou bem e que não estou, que engordei ou que emagreci. A internet tem, como tudo na vida, um lado bom e outro ruim, e se nós, anônimos, sofremos com isso, imaginem os famosos? Alguém já parou para prestar atenção nos comentários ofensivos nos sites onde às vezes publicam uma notícia comum do nascimento de uma criança? O que se vê abaixo são coisas educadas (só que não!) do tipo: "Nossa, que criança feia!"
De vez em quando parece que a internet e a educação não se falam. Estar atrás de uma máquina ou de um celular pode dar superpoderes a pessoas sem limites, e cabe a nós, que estamos ali diariamente com a melhor das intenções, separar o joio do trigo. Existe sempre a opção delete, e ela é mágica. Se ame, se aceite. A crítica nem sempre é construtiva e não existe padrão de beleza. Estar acima do peso não é o fim do mundo, e felicidade definitivamente não está ligada a isso!

9 de out de 2014

Galera entre letras: Era uma vez...

Dia 12 tá chegando e sempre bate aquela nostalgia dos tempos de criança. Então, aproveitando a mania de listas no Facebook e o Dia da Criança, resolvi fazer uma lista dos livros que marcaram a minha infância e que, de certa forma, tiveram influência nas minhas leituras posteriores e no meu gosto pela literatura.

A CHAVE DO TAMANHO. Eu poderia incluir toda a série do SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO aqui. Monteiro Lobato foi o primeiro autor que eu li quando me alfabetizei e A CHAVE DO TAMANHO sempre foi dos meus preferidos. Primeiro, porque é uma crítica à guerra e à indústria bélica (mas uma crítica inteligente; Monteiro Lobato SEMPRE incluía discussões relevantes em seus livros infantis e, embora hoje seja muito questionado por suas posições, inclusive pelo uso de termos racistas, do ponto de vista histórico, é um autor fundamental!) e às relações exteriores (no livro, tem até uma visita à Casa Branca!). Bom, é claro que a Emília, uma falastrona bem maluquinha apronta mil coisas e, no fim das contas, descobre que seu jeito impulsivo nem sempre é a melhor solução (obviamente, ela descobre, mas rapidamente se esquece disso e volta a aprontar). Nem preciso dizer que a Emília é o meu personagem favorito, né? Sempre gostei das frases feitas dela e da coragem que ela tinha de falar umas boas verdades na cara das pessoas! rs

ALICE’S ADVENTURES IN WONDERLAND. Eu li ALICE no original mesmo e, confesso, a minha primeira impressão não foi boa. Nunca simpatizei muito com a Alice (meu personagem preferido sempre foi o gato de Cheshire) e, pra falar a verdade, não entendi a história. Achei tudo muito confuso, tão confuso, que tive que reler. E por essa razão ALICE foi um livro tão importante pra mim! Foi o primeiro livro que reli na vida! Hoje eu gosto muito de ALICE justamente pelo fato do livro questionar a nossa lógica cotidiana e sempre volto a lê-lo, sobretudo, quando as coisas na vida “real” estão difíceis. Quem não fica mais animado ao pensar em seis coisas impossíveis antes do café da manhã, hein?!

O MISTÉRIO DOS MMM. Foi o primeiro livro policial que li (pouco depois, li O GÊNIO DO CRIME e não parei mais de ler romances policiais, incluindo aí as aventuras de Sherlock Holmes e de Hercule Poirot, meus dois detetives favoritos!). Numa época em que nem era tão comum assim um monte de autores escreverem juntos, O MISTÉRIO DOS MMM foi uma obra coletiva que valeu cada página: primeiro, pelo mistério, depois, porque envolvia uma mulher desconhecida e muitas cartas.

Bom, olhando pra trás e pensando nos livros que me marcaram, eu vejo que não mudei tanto assim. Ainda gosto de livros policiais e de mistério, ainda me identifico com personagens que falam muito (e que nem sempre tomaram as pílulas do Dr. Caramujo!) e leio e traduzo livros de fantasia e contos de fadas. Acho que se, outros livros tivessem me marcado na infância, meu gosto poderia ser diferente.

E vocês? Quais foram os livros que marcaram sua infância?


Feliz Dia da Criança e boas leituras!

6 de out de 2014

Tons da Galera: Brigitte Bardot, Bardot, Brigitte Beijou, Beijou....

No ultimo post comentamos sobre como a semana de moda de NY tinha trazido referências à lenda Brigitte Bardot, que completou 80 anos de idade semana passada. Mas não foi só com o vichy de Michael Kors e DVF e na saia de bolinhas flamenco de Dolce & Gabanna que BB marcou época. Na verdade, a francesa influenciou toda uma geração de mulheres, que copiavam descaradamente seu estilo livre e rebelde, um divisor de águas numa época em que as mulheres usavam cabelos curtos e roupas comportadas. Vamos relembrar então alguns dos outros maiores marcos que ela trouxe?

O Bouffant
O cabelo de BB era cobiçado por 10 entre 10 mulheres nos anos 60. Loiro, comprido, desgrenhado tipo acabei-de-sair-da-cama e cheio, MUITO cheio. BB lançou a moda do meio preso, BASTANTE desfiado no topo (conhecido aqui como bolo de noiva), nem que para isso fosse preciso apliques ou até Bombril, que as moçoilas colocavam para criar aquele volumão. Laços, chapéus de palha (BB amava uma praia), tranças e faixas largas (como do filme O Desprezo, de Jean Luc Godard) também foram usadas por ela, que com aquela cabeleira toda tinha mil e uma opções, né não? Sem nunca ligar muito para luxo e convenções, em sua autobiografia, BB afirmou até que “os cabelos são as joias de uma mulher”.

Hoje, vendem-se até objetos próprios para o bouffant como o bump-it e esponjinhas com velcro, para não arruinarmos nossas madeixas com o método antigo do pente fino e latas e latas de laquê.

O olho gatinho
Ninguém jamais usou delineador no estilo gatinho melhor que BB. Isso porque a própria atriz era descrita como sex kitten e meio felina mesmo. Essa é mais uma moda que está vivíssima até hoje. Bardot usava o olhos bem marcados e pretos, e não gostava de batom (beijoqueira que só ela, devia ser porque atrapalhava né?)

As botas
Musa dos Beatles, BB tinha um look rebelde e meio rock n’roll, e imortalizou de vez as botas acima dos joelhos, sonho de consumo de muitas de nós, usadas com minissaias justíssimas. A atriz, cantora e defensora dos animais era conhecida por ter as melhores pernas (e bumbum) do mundo, mas às vezes as cobria com as botonas em clássicos como o clipe Harley Davidson, de Serge Gainsbopurg. Uma curiosidade: a atriz tinha pavor de andar de moto, mas por Gainsbourg, seu amante na época, faz-se qualquer sacrifício né?

O biquíni
Ah... o biquíni. BB amava um sol, e não era muito chegada em usar roupas, pra falar a verdade. Tendo como um dos seus primeiros sucessos um filme chamado The Girl in the Bikini, BB não tinha pudor nenhum em andar por Cannes ou Saint Tropez com o seu, enquanto as outras cobriam-se com maiôs e morriam de inveja. Dona de uma cinturinha de 50 (sim, 50!!!) centímetros, ela tinha mais é que mostrar mesmo!

Menswear
Atualíssima com seu tempo, BB teve uma fase, a partir da segunda metade dos anos 1960, em que abraçou o estilo meanswear. Terninhos, calças, oxfords, gravatas... BB usou e virou moda, e nem assim perdia a feminilidade.

Caftãs
Já quase nos anos 70, aderindo à moda meio hippie, BB abusou dos caftãs e do conforto. Musa dos Gipsy Kings (essa moça inspirava todo mundo, gente!), ela dançava descalça na praia em volta de fogueiras cheias de balagandãs e caftãs coloridos e tocava violão. Outro estilo imitado até hoje.

Saias volumosas, calças cigarrete, blusa listrada, trench coats, meias-calças, sapatilhas...
Acredite se quiser, essas modas podem até não terem sido exatamente lançadas por Brigitte Bardot, mas certamente ela ajudou a popularizá-las. Ex-bailarina das boas, ela andava só de t-shirt e meia calça e amava sapatilhas Repetto.

Resumindo, BB inspira a todas nós até hoje, e não só por causa do estilo. Seu trabalho em prol da causa animal foi notório, e é por causa dela que muitas outras celebridades têm coragem de levantar essa bandeira hoje. Aproveitando os 80 anos da lenda, a Record lançou essa biografia para quem quer saber mais sobre o mito. Que venham mais 80, BB!

3 de out de 2014

Papos de Sexta: Filosofia virtual


Esse é o meu último post antes de fazer aniversário esse ano e esse ano será um aniversário bem diferente. Pensei em um post bacana para fazer, um que falasse de passado, presente e futuro, mas senti que ainda não estava preparada para escrevê-lo. Então tive outra ideia: filosofia virtual!

Tenho uma conta no Pinterest e volta e meia me perco por lá (é um vício!). Um dos meus quadros chama “Agree”, que traduzindo do inglês fica “Concordo”. Posto por lá citações e frases que gosto e - como o nome diz - com as quais concordo. E me peguei pensando e refletindo muito sobre algumas delas este ano. Escolhi algumas para compartilhar com vocês.
  • “A única coisa que você tem e ninguém mais é você mesmo. Sua voz, sua forma de pensar, seu ponto de vista, sua história. Então escreva, desenhe, construa, brinque, dance e viva como só você pode” 
  •  “Algumas pessoas não gostam de você simplesmente porque a sua força os faz lembrar de suas fraquezas. Não deixe que o ódio alheio fique no seu caminho” 
  • “Trabalhe até que você não precise mais se apresentar” 
  • Viva de tal maneira que, se alguém falar mal de você, ninguém vai acreditar” 
  • “Você não pode começar o próximo capítulo da sua vida se continuar a reler o anterior” 
  • “Mentes pequenas não conseguem compreender grandes espíritos. Para se destacar, você precisa estar disposto a ser ridicularizado, odiado e incompreendido. Mantenha-se forte!” 
  • “Eu quero inspirar pessoas. Quero que alguém olhe para mim e diga ‘por sua causa, eu não desisti’” 
  • E finalmente – “Vá em frente. Me subestime”
Claro que são só algumas de muuuuuuitas que tenho lá, mas são suficiente para esse post, para esse momento.

Palavras têm força, têm poder e se você está aberto a transformação que elas oferecem, você pode se surpreender. Seja valente, filtre o que é “mimimi” e exagero, escolha o que te faz pensar, sorrir, refletir e se agarre no que você pode fazer. E faça. Até a próxima coluna, pessoas!

2 de out de 2014

Design et cetera: Capas distópicas!

Oi gente, tudo bem? Como vocês devem ter reparado, as distopias estão super em alta ultimamente, e para o post de hoje, nada mais justo do que falar um pouco sobre capas distópicas.

Cenários devastados, abandonados e destruídos, ou mudando de cor a cada volume da série, são exemplos das estéticas por trás de várias distopias bombantes da atualidade: 
 
A Galera tem várias séries distópicas bacanas, como Ícones, que chega em breve nas livrarias:

Mas a minha favorita de todos os tempos é a série Feios, do Scott Westerfeld.

Publicada em 2008 (Vocês acreditam que já faz 6 anos desde o primeiro volume? ) a série imagina um mundo pós-apocalíptico onde adolescentes são obrigados a fazerem plásticas ao completarem 16 anos. Westerfeld construiu um mundo tão rico em seu cenário, desde as ruínas da nossa atual civilização, passando por parques abandonados até chegar na metrópole hedonista e moderna chamada Nova Perfeição.

Para celebrar os 6 anos de publicação e aproveitar para dar uma repaginada nesses livros, pensamos em lançar no ano que vem, uma edição comemorativa da série, usando os cenários como inspiração.
 
Vai ficar divo, não acham?