25 de mar de 2013

Todos querem Cara


Terminadas as semanas de moda de NY, Londres, Milão e Paris, algo em comum em todos os quatro eventos chamou a atenção de seus frequentadores e, bem, qualquer um que tenha acompanhado as coberturas pela internet. Não, não foi a onipresença de casacos volumosos tipo casulo, nem do preto e branco juntos, nem dos cinquenta tons de rosa, tampouco das tendências contrastantes de maquiagem ora estilo não-estou-usando-make, ora sombra-azul-não-é-mais-sinônimo-de-brega. Então estou falando das blogueiras-it-girls competindo para ver quem vai aparecer mais ou ser fotografada pelo Sartorialist, certo? Errado. Quem marcou mesmo 99,99% das passarelas mais disputadas do mundo foi a modelo inglesa Cara Delevingne.


As duas faces de Cara, a Estranha.

Aos 20 anos, Cara tem sido chamada de “a nova Kate Moss” (não é pra tanto, mas OK), porém com um quê de Gisele no jeito alegre e meio goofy de se comportar nos bastidores de desfiles. É claro que as sobrancelhas grossas e escuras (super in, aliás), não atrapalham. Cara consegue ser ao mesmo tempo blasé e acessível ao não se levar tanto a sério. De que outra maneira, afinal, alguém nesse mundo conseguiria ser sexy e super fashion dançando o Harlem Shake?




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Alda Lima começou a respirar moda ainda na barriga da mãe, que viajava a trabalho para pesquisar e comprar as últimas tendências. Formada em Cenografia, hoje trabalha com Visual Merchandising e Produção de Moda numa grife carioca. Nas horas vagas traduz para a Record, vê séries e filmes, e e alimenta os vícios no Pinterest e em cheesecake.

15 de mar de 2013

E você, quantos livros lê?


Certamente se você ama ler, assim como eu, alguém já lhe perguntou: “Nossa, como você arruma tempo para ler tantos livros?” Eu sempre fico com vontade de responder: “E eu não imagino como você consegue viver sem ler...” Mas minha mãe me educou, e eu não consigo responder o que gostaria.

A verdade é que não há mágica, tática ou fórmulas para se ler mais ou menos. Acho que a verdade é que quando queremos, arrumamos tempo. Eu trabalho muito , sempre trabalhei. Há pouco tempo, eu também estudava; depois da faculdade ainda emendei com uma pós. O resultado é que andar com um livro na bolsa para ler a cada oportunidade que eu tinha, se tornou rotina. Não me vejo saindo de casa para passar o dia inteiro na rua sem um bom livro por perto. Eu leio no metrô, na espera do elevador, no almoço, parada no sinal para atravessar, na academia enquanto o professor não chega... isso me distrai , já faz parte de mim.

Claro que quando sobra um tempo em casa, eu também amo ler deitada em meu quarto, com todo o conforto, mas eu gosto de estar rodeada de histórias durante meu dia, sejam elas baseadas em fatos reais ou não.

Meu dia é cheio, mas os finais de semana são para duas paixões: livros e cinema. É verdade que quase não assisto tv, quando a ligo são para noticiários que gosto e para ver seriados. Mas não aceito que digam que sobra tempo, por isso leio tanto. Sempre li, claro que tiveram épocas em que eu li menos e outras mais.

Outra pergunta que me fazem é qual a média de livros que leio por mês? De acordo com meu Skoob, eu nunca cumpro as metas de leituras que são sempre surreais para o tempo que tenho, mas acho que as faço vendo a quantidade de livros que compro. Sinceramente não sei se terei idade suficiente – se não virar uma vampira e viver eternamente – para conseguir ler todos os livros que tenho. Mas respondendo a pergunta, sei que a média são 4! Pouco para quem lê mais (muita gente lê uma média de 10 livros!) e muito para quem está há mais de 3 meses tentando terminar um livro.

A verdade é que não curto nem um pouco ouvir as pessoas achando que não tenho mais o que fazer por isso leio tanto. Porque eu tenho sim, eu trabalho muito, eu faço muita coisa, mas também leio! Por que as pessoas tem a impressão errada? E quem define o que é ler muito e o que é ler pouco?

Ano passado eu li 61 livros, muito mais que em 2011, quando li 48. Esse ano, li 17 até agora. Mas não tem como prever  quantos livros lerei até o final do ano, pois alguns tem mais de 500 páginas! Talvez o e-book (meu primeiro ano com ele conforme contei na última coluna) contribua para que mais livros sejam lidos!

E você, quantos livros lê por ano? Consegue cumprir suas metas de leitura? Comentem aí ;) 

13 de mar de 2013

In the Flesh e Hannibal





A fall season está longe (setembro!), e a mid season já passou (foi em janeiro), mas não é por isso que séries novas vão parar de pipocar por aí. 


Hoje trago para vocês duas das minhas apostas, que vem por aí em breve. Tem série para todo gosto: britânica ou americana, drama ou sobrenatural, e até um "remake".
Posso começar??








In the Flesh

Eu não sei quando essa mania dos zumbis pegou. Mas a gente sabe que hoje eles tomam conta do mundo, quero dizer, do mundo da ficção. Não curto muito The Walking Dead (EU SEI! Também me acho esquisita por isso), mas não dá para negar que os mortos-vivos estão com tudo e negar a chance de assistir mais uma novidade sobre eles é maldade. Então, que venha In the Flesh.


A série é situada no futuro, onde o termo "zumbi" é considerado pejorativo hahahahahahaha O nome certo é "Síndrome de Falecimento Parcial"... Então tá.
Vamos acompanhar a vida dos sobreviventes que enfrentaram o holocausto zumbi. Esses, depois de "tratados", tentam se reintegrar à sociedade. 
OK. Que sinopse esquisita né? MAS VAMOS COMBINAR, "de sinopses bizarras aparecem as melhores séries". Acabei de inventar isso. 
Eu fiquei curiosa para ver, são só 3 episódios de 90 minutos. Não custa nada parar um tempinho para admirar esse zumbi fofo aí, olha:



Hannibal

Hannibal é uma das séries mais aguardadas por mim. Há meses!!!!! Quem não conhece o lendário Dr. Hannibal Lecter? Desde que assisti a O silêncio dos inocentes, fiquei meio obcecada pelo personagem. Não é só o Dexter que é um assassino que empolga a gente, não, viu? Rs... A adaptação para tv mostra a relação entre Dr. Hannibal e Will Graham, interpretado pelo LINDO do Hugh Dancy, um jovem agente do FBI, que busca a ajuda do especialista para traçar o perfil de um serial killer.

Fui só eu, ou essa história é bem parecida com o plot de O silêncio dos inocentes?  De qualquer forma... ABRIL CHEGA LOGO!

Para ir matando a vontade, confiram o trailer:



Xoxo,
Nanda
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Meu nome é Fernanda, mas podem me chamar de Nanda. Tenho (quase) 22 anos, mas juro que pareço ter 16. Estudo jornalismo porque depois de assistir Smallville, decidi que queria ser a Chloe. Sou apaixonada por cultura pop, e fiquei um bom tempo tentando decidir se gostava mais de ler, ver séries ou filmes. Acabei decidindo que tanto faz. Eu gosto de todos! (Mas acho que ter 32 séries na minha watch list responde essa dúvida).

1 de mar de 2013

Papos de Sexta Primeiro dia de aula e os novos ciclos, por Garota It (Pâmela Gonçalves)


Vocês já repararam que na grande maioria dos livros adolescentes a história começa com o retorno das aulas após as férias de verão? Com exceção dos livros que se passam nas férias, é raro um livro começar no meio de um ano letivo.

O primeiro dia de aula desde que começamos a estudar é um começo de um novo ciclo. Como o colégio representa grande parte da nossa vida em todos os aspectos, o primeiro dia é quase decisivo para sacramentar mudanças e impor personalidade. É a velha frase “a primeira imagem é a que fica”. No primeiro dia de aula somos motivados a observar e ser observado. Analisar como as coisas estão (se é o retorno para o colégio) ou como as coisas são naquele local (se é um colégio novo).

É incrível pensar sobre a mudança e a importância que um novo ano no colégio tem com o passar dos anos. Quando vamos para a escola pela primeira vez, o primeiro dia de aula é marcado como “o dia que meus pais me abandonaram em um lugar estranho”. Não queremos que eles nos deixem e dói só de pensar em ficar em um mesmo lugar cheio de pessoas desconhecidas. Choro, choro, choro.

Aos poucos o primeiro dia de aula não está mais relacionado ao deixar os pais, mas sim a ser você mesmo. Começando por escolher com cuidado o lugar que você vai se sentar na sala de aula. Aquele vai ser o seu lugar pelo resto do ano.

Vocês não sabem o quanto foi libertador entrar no ensino médio e não ser mais exigido “o lugar marcado”. Era um pesadelo quando o professor resolvia fazer um “espelho de classe” (escolher os lugares de cada aluno e deixar marcado como definitivo sem possibilidade de mudança). Querendo ou não o lugar que você se sentasse, ou fosse mandado sentar, iria reger também os seus laços de amizade. Eu, geralmente, em escolas novas, ficava amiga das pessoas que eu me sentava perto. É uma coisa natural, convivência. Começa com um trabalho em grupo, conversa no intervalo das aulas e pronto, quase amigos para sempre. Aliás, foi assim que minhas boas amizades começaram.

Agora estou na faculdade e a coisa é bem diferente. Estou mais velha, e o meu ano não começa com as aulas, mas lá no dia 1º de Janeiro. São as responsabilidades. O recomeço das aulas na faculdade é sinônimo de reencontrar futuros colegas de profissão.  Para aqueles que ainda não estão levando a sério a faculdade pode até ser um novo ciclo, uma nova oportunidade de se dedicar e conseguir se sair bem na graduação. Para aqueles que já encaram a faculdade com seriedade e responsabilidade cada novo semestre é mais uma etapa concluída. Etapa do ciclo que começou lá no vestibular e que termina quando receber o diploma.