28 de fev de 2013

Pré-estreia de Dezesseis Luas


Quem nunca passou horas lendo, mergulhado no mundo da história do livro? Imaginou um grande amor e esperou que ele aparecesse? Quis largar tudo pra morar em um lugar diferente de qualquer coisa que conheceu? Agora, quem tem coragem para tomar uma decisão e enfrentar a realidade da escolha?


Em Dezesseis Luas, filme homônimo do primeiro volume da série amada da Galera, Beautiful Creatures, finalmente conhecemos na telinha Ethan Wate e Lena Duchannes. (Sim, loucas como estávamos para assistir ao longa, é claro que fomos à pré-estreia! E nós A-M-A-M-O-S!!!) É Ethan o narrador da história, e quem dá conta de todos esses questionamentos, agindo com uma segurança indiscutível. Porque o que você vai encontrar é um pouco de tudo. Amor. Poder. Magia. Autocontrole. Conhecimento. Destino.

Ethan é o garoto que devora livros (escondido dos caras do basquete), tem insônia e vive sonhando com a mesma menina, que nem conhece, nunca viu, mas que ama loucamente. Ele é aquele cara questionador, cansado do pensamento provinciano e preconceituoso de Gatlin. Quer mesmo é mudar de ares! Sair de lá! E é Lena quem dá um novo fôlego ao rapaz quando chega na cidade para estudar na mesma turma que ele.




Opa. Ela é a sobrinha do cara mais odiado-barra-temido da região, que mora na “casa mal-assombrada”, e, por isso, repudiada pelos colegas. Mas, mesmo assim, tira suspiros de Ethan. O encantamento pela garota é tal que logo o casal está junto, independente dos olhares tortos das minhocas da terra. Óbvio que não demora para ele saber que é Lena “a garota dos sonhos". Ela é ríspida, grossa, blasé, mas também sensível, meiga e poderosa! Ele é engraçado, expressivo, foooofo de doer, apaixonado por ela e companheiro (grande “Ohm” pra ele!!). Os dois são carismáticos até não poder mais! E, olha, esse casal de protagonistas tem química, e muita! São beijos acalorados, trocas de olhares sinceros e abraços apertados, dignos dos amores intensos.

Mas nada é perfeito! A namorada é de uma família peculiar, de Conjuradores, e está amarrada a uma maldição, né? A tattoo na mão de Lena registra a contagem regressiva até a noite de lua cheia do seu aniversário de 16 anos, o dia da Invocação, quando ela irá para a Luz ou para as Trevas. Fora isso, há um segredo que pode abalar o amor dos dois (sem spoilers para quem ainda não sabe o que acontece!). Em momento algum você duvida deste amor, sobretudo do dele. Aliás, você se apaixona pelos pombinhos vividos pelos atores Alden Ehrenreich e Alice Englert! Até as brigas entre os dois convencem o espectador! E nem precisamos dizer que Jeremy Irons, Viola Davis e Emma Thompson abrilhantam o filme com suas atuações!

Resultado: cinema cheio, muitas gargalhadas, lágrimas escorridas, um coro de “Ohmm” e uma salva de palmas da plateia no fim do filme de mais de duas horas, que não cansa. Pelo contrário, por aqui, estamos ansiosas pela continuação.




E você, está louco para ver o filme? Já leu Dezesseis Luas?
Não deixe de ler Dezessete Luas e não perca o mais novo livro: Dezoito Luas.

Um beijo,
Equipe Galera Record

27 de fev de 2013

Galera Pop - Trilha sonora das telinhas



A gente sabe que não existe uma categoria no Globo de Ouro e Emmy (pelo menos não entre as principais) para premiar as melhores trilhas sonoras dos seriados. MAS POR QUÊ?

Os filmes ganham Oscars de melhor canção original e outros tantos prêmios por trilhas sonoras, mas nadinha para as séries. Acho injusto. Nas telinhas, às vezes as músicas conseguem salvar até o mais chato dos episódios, então nada mais justo do que elas terem seu valor reconhecido!!!

Dia desses fui perceber que as poucas músicas boas que tenho no meu computador são de trilhas sonoras de séries. Como assim gente? Hahahaha! Sempre amei cantar, música me faz feliz e deixa qualquer situação chata e/ou triste completamente incrível se a música certa estiver passando na hora certa. Mas o que acontece é que tenho um gosto musical, vamos dizer, bastante duvidoso... Você acharia no meu iTunes algumas músicas pops para adolescentes desesperadas que não me dariam nenhum orgulho.

Mas lá estão elas, as trilhas sonoras das minhas séries sendo a salvação das minhas playlists cheias de One D... deixa para lá.

A lista seria gigantesca, então aí vai uma seleção bem especial com músicas fofas e inspiradoras que transformaram alguns episódios:

SMALLVILLE

You and Me – Lifehouse




Smallville já acabou faz tempo, e eu parei de ver até antes disso. Mas a trilha sonora sempre foi um dos pontos altos do seriado. Grande parte das músicas “salva iTunes” que tenho por aqui vem de lá.



GREY’S ANATOMY

Chasing Cars – Grey’s Anatomy cast




Essa é indicação dos meus amigos Vitor e Bárbara. Segundo eles a série tem uma das melhores trilhas sonoras de todas. Eu vi só umas duas temporadas, mas não tem como não concordar. Música certa para hora certa é tudo.


GILMORE GIRLS

Where you lead – Carol King




Além da série maravilhosa, a música era um ponto forte quando a gente acompanhava a vida da Rory e da Lorelai. Desde a abertura absolutamente perfeita e que representa tudo que Gilmore Girls é, não dá para esquecer as músicas folks que passavam em quase todo episódio. Descanso para os ouvidos...



GIRLS


Sight Of The Sun – Fun.




Girls é uma das melhores séries dos últimos tempos. Disso não há dúvidas. Mas e a trilha sonora? Outra perfeição! A Lena capricha nos mínimos detalhes, escolhendo desde músicas de bandas conhecidas (como essa aí do Fun.:) a coisas novas que me empolgam até o último minutinho quando a tela fica preta.



Veronica Mars 


We Used To Be Friends - Dandy Warhols




Resolvi assistir Veronica Mars porque uma amiga minha é a maior fã do mundo da série e insistiu muito na época. O que posso dizer? Me arrependendo de cada dia que enrolei para começar a ver os dvds, não é só o enredo e personagens que são de matar. A trilha sonora também! Inclusive o tema de abertura. Priceless.



Essas são algumas das minhas favoritas. E para você, qual série tem a melhor trilha sonora?



Xoxo,
Nanda
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Meu nome é Fernanda, mas podem me chamar de Nanda. Tenho (quase) 22 anos, mas juro que pareço ter 16. Estudo jornalismo porque depois de assistir Smallville, decidi que queria ser a Chloe. Sou apaixonada por cultura pop, e fiquei um bom tempo tentando decidir se gostava mais de ler, ver séries ou filmes. Acabei decidindo que tanto faz. Eu gosto de todos! (Mas acho que ter 32 séries na minha watch list responde essa dúvida).

22 de fev de 2013

Sonho É uma escolha, por @vivimaurey

A Frini, na coluna LINDA da semana retrasada, tocou num ponto que, pessoalmente, mexe muito comigo. Eu concordo. Largar tudo pra viver um sonho não significa deixar se ser responsável ou deixar de pagar as contas. Tudo depende da sua realidade, do sonho em si, do que significa pra você realmente "largar tudo". Às vezes, pra viver um sonho nem é preciso praticar o radicalismo, digamos assim.

Quando larguei o trabalho fixo para escrever um livro, ainda contava com um dinheiro dos freelas de revisão. Quando a coisa apertava, sabia que precisava dividir meu tempo. Meu sonho é prioridade, minha vida também, mas isso não quer dizer que eu tenha que passar por cima de tudo e todos para conseguir realizá-lo. 

Muito pelo contrário. Eu moro com minha mãe e dependo dela para muitas coisas. Em parte por não ter dinheiro o suficiente para me sustentar sozinha, parte por não querer deixá-la sozinha. Isso é uma decisão e faz parte de mim. Assim como escrever livros e publicá-los. Não é apenas um sonho. É um objetivo de vida. Seja com 20, 30, 50 ou 70 anos. 



Realizar um sonho faz parte de tudo da mesma forma que juntamos dinheiro para viajar, para estudar ou casar e ter filhos. É um trabalho, um esforço, como colocou a Frini, que temos que diariamente alimentar. Um sonho não se realiza sozinho assim como a vida não cresce sem os cuidados apropriados.

Eu sei o que é fazer sacrifícios e correr atrás do que eu amo fazer, muita gente sabe, embora muitas vezes o problema não esteja relacionado ao que se deve fazer, mas com as pessoas ao redor. A gente ouve o amigo, a família e os próximos, porque gostamos e confiamos neles e nas opiniões que eles oferecem. Mas nem sempre eles sabem o que é melhor para você. E podem acabar te fazendo duvidar do que é possível. 

Às vezes, uma frase apenas ou uma palavra, até mesmo uma reação podem fazer você mudar de ideia ou desistir de um sonho. O que mais importa nesse momento não é o esforço de concretizá-lo, mas de se conhecer bem e saber o que quer a ponto de não desistir, independentemente das circunstâncias.

Sábios já diziam: prioridades e escolhas são os únicos grandes obstáculos. O resto é paisagem.

Ps. Leiam a coluna da Frini! Ela que abordou o assunto. Isso aqui é uma mera observação, risos.


18 de fev de 2013

TONS DA GALERA - HITCHCOCK


Está passando na TV a cabo o filme The Girl, com Sienna Miller interpretando Tippi Hedren, uma das muitas musas loiras de Alfred Hitchcok, e retratando os bastidores de suas produções Os Pássaros e Marnie - Confissões de uma Ladra, nos anos 1960.
Além do gostinho de ver como o maior mestre do suspense do cinema trabalhava (um verdadeiro carrasco! Controlando até o tom de batom que Tippi deveria usar, e fazendo-a repetir ao longo de cinco dias a cena em que é atacada pelos pássaros), o figurino e maquiagem de Sienna, bem ladylike, estão impecáveis!

Aliás, as heroínas de Hitch, geralmente loiras geladas, são ícones de estilo desde que apareceram nas telas pela primeira vez, com Grace Kelly como sua maior representante. Quem não se lembra dos figurinos e das pérolas da socialite Lisa, de Janela Indiscreta? O diretor tinha grande preocupação com cada detalhe. Em Os Pássaros, por exemplo, o tom de verde cítrico que Tippi usa em seus tailleurs foi escolhido meticulosamente por ele para incomodar o espectador.

Outro filme sobre o mestre que chega em breve é Hitchcock, com Anthony Hopkins e Scarlett Johansson, dessa vez sobre os bastidores de Psicose. Nele vemos que óculos gatinho e bolsas tipo “doctor bag” já eram sacadas fashion de Hitch há muitas décadas. Preparei um passo a passo para a gente se inspirar! Afinal, em tempos como os nossos uma dose de classe hitchcokiana é sempre muito bem vinda!

                      



Maquiagem e esmaltes O Boticário, Acessórios Accessorize, tecido colante e luminária Caramujo, óculos Chilli Beans, bolsa Mr.Cat, livro Amazon (Hitchcock Style, Jean-Pierre Dufreigne).

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Alda Lima começou a respirar moda ainda na barriga da mãe, que viajava a trabalho para pesquisar e comprar as últimas tendências. Formada em Cenografia, hoje trabalha com Visual Merchandising e Produção de Moda numa grife carioca. Nas horas vagas traduz para a Record, vê séries e filmes, e e alimenta os vícios no Pinterest e em cheesecake.

15 de fev de 2013

PAPOS DE SEXTA - O INSUBSTITUÍVEL CHEIRO DO LIVRO, POR RAFAELLA FUSTAGNO


Demorei para me render, é verdade. Na verdade nem posso dizer que me rendi por completo. No final do ano passado ganhei de Natal um kindle. Com ele nas mãos me senti  tão poderosa, comprei logo dois livros, ou melhor, dois arquivos, que impressos dariam pelo menos umas 400 páginas cada um. Comprei uma capa para protegê-lo, entrei no metrô com ele em punho e comecei a ler meu primeiro livro digital. Pensei : “Ai, como estou moderna!”, para virar as páginas eu somente apertava uma tecla, podia aumentar a letra, podia ligar e desligar, e a página estava lá gravada. Sem contar no máximo que foi usar o wireless e comprar com um clique livros que imediatamente eram baixados para o aparelho.

Para quem já tem há um tempo vai falar que eu sou da era jurássica, mas eu me encantei com ele nos primeiros 10 dias. Sim, digo primeiros 10 dias porque ao entrar em uma livraria aquele monte de capas lindas impressas me olhando e pedindo para serem levadas para casa e admiradas na estante, falaram mais alto. Mesmo tendo o kindle, eu continuei comprando muitos livros impressos, e olha que me enganei achando que diminuiria . Foi então que vi que sou antiga mesmo, que o que eu mais amo é entrar naqueles labirintos de estantes das livrarias aqui do Centro do Rio, ver aquele colorido, achar o livro que quero, tirar foto da capa e postar no Instagram colocando sempre “#queromuito” e logicamente sentir o cheiro dele. Cheiro? Sim....eu amo cheiro de livro, gosto de abri-lo bem no meio e dar aquela fungada, aquele cheiro que só eu entendo como é prazeroso sentir... cheiro de papel, novo, de impressão, sei lá... só quem também ama esse cheiro sabe explicar.



Esse mês resolvi unir a modernidade ao tradicional: continuar comprando meus livros e os apreciando na estante, os cheirando como assim fazem os que como eu são viciados, mas admito que o kindle tem lá seu charme,  por isso voltei a usá-lo . Mais de mil livros — ou melhor e-books — podendo ser armazenados naquele aparelhinho tão leve e pequeno... que a bateria dura por dias... como resistir?

Consegui assim juntar as paixões, meu kindle vive na bolsa de novo, e o livro pesado, com cheiro de novo ou não  está sempre por perto, assim, nunca corro o risco de um terminar e não ter outro imediatamente para ler. Já pensaram que horror? Um trajeto inteiro ainda pela frente de volta para casa e nada para ler até o final? Pesadelo define.

Não consigo imaginar uma vida sem livros impressos, mas também por uma questão de espaço os e-books são  uma excelente forma de ser ter mais livros sem precisar brigar por uma casa só de estantes para você. E aquele livro chatinho que você não gostou tanto não vai ocupar tanto espaço.

E você, já se rendeu aos e-books? Eu ainda tenho aquele ar saudosista e prefiro o livro impresso ;)

8 de fev de 2013

Papos de Sexta – Basta – por Frini Georgakopoulos


“Aceitamos o amor que achamos que merecemos”.

OK, mas só o amor? E o respeito? E as oportunidades?

Autoestima ou a falta dela é um dos temas recorrentes em escrita jovem-adulta porque é algo que enfrentamos muito nessa época. Mas só nessa época? Quando se está trabalhando feito uma louca e o respeito profissional com você desaparece; quando gostaria de fazer A, mas acha que não tem capacidade porque dizem que é difícil e o que sempre foi feito é B. Por que não tentar? Por que achar que não merece? Eles não te fizeram, então não têm o poder de te quebrar.


Quando está na hora de fazer acontecer e quando está na hora de dizer “basta”?

Meg Cabot fechou bem a série “A Mediadora”, mas anunciou que escreverá um sétimo livro e que será bem longo. A série foi bem encerrada, mas sempre quis ler mais sobre Suzannah e Jesse. Mas e se ela estragar? Fico feliz, apreensiva, ambos ou nenhum?

J. K. Rowling conquistou o mundo com Harry Potter e agora enfrenta a crítica dos fãs com um livro completamente diferente. Ela não insistiu, mas se aventurou. Deu certo como esperava?


“Corra atrás de seus sonhos. Viva a vida que imaginou”.
Lindo, mas pago as contas como? E as reponsabilidades?

Vou largar tudo e ser autora, bailarina, acrobata! Ok, mas não acontece da noite para o dia... não como regra e sim como exceção. Não tem lugar para todo mundo. Ok, mas isso vai fazer desanimar e engavetar o talento, a vontade? Não. Os planos mudam de curso, mas o destino é o mesmo. Se existe uma vontade, existe um meio. Ele não vai aparecer sempre em uma bandeja de prata, mas no fundo de uma caverna, sendo guardado por um dragão. Enfrente, vença. Ou desista. Tudo bem. Não importa a não ser que você se importe.

As dificuldades em encontrar a pessoa certa, em se realizar profissionalmente, em conquistar “nosso lugar ao sol” sempre vão existir. A vida é simples, mas nós teimamos em complicar, pois uma coisa chamada Felicidade nos faz brincar de pique-pega com ela. Mas, muitas vezes, ela vem acompanhada da Dúvida e do Medo. E quando essa dupla acha que nos conquistou de vez, a sempre resistente Esperança aparece para dar uma mãozinha.

Essa coluna pode parecer sem pé nem cabeça, principalmente para quem está pronto para cair na folia. Na verdade, ela é um convite: toda vez que alguém o colocar para baixo — mesmo que essa pessoa seja você —, pare e reflita. No fim do dia — independente da idade, da época, da situação —, o único fator que importa é se você foi dormir se sentindo uma pessoa melhor do que quando acordou. O resto é resto. Boa folia!

6 de fev de 2013

Galera Pop - Como é difícil ser eu longe das minhas séries (e GIRLS!)


Voltei! Ainda se lembram de mim? Já faz quase dois meses desde minha última coluna, mas eu garanto queminha esculpa é boa: estou em Londres! Desde o comecinho de dezembro estou por aqui fazendo um curso de inglês e outro de fotografia. Por isso a falta de tempo para escrever aqui (ou no meu blog). Não é frescura, EU JURO! Tempo quando você faz intercâmbio, pelo menos desses mais curtinhos, é uma coisa que não EXISTE. Eu estou em todos os lugares o tempo todo e não quero parar nunca. Porque afinal, vai saber quando eu vou ter essa chance de novo, não é mesmo?

O que me leva ao tema de hoje, COMO É COMPLICADO SER EU MESMA LONGE DAS MINHAS SÉRIES PREFERIDAS. Tudo bem, não é como se eu estivesse em outro planeta longe de tudo e de todos os episódios, mas é complicado mesmo me manter atualizada. E não sei como é para vocês, mas as séries são muito mais que um hobby. É uma coisa que eu quero ter comigo pelo o resto da minha vida. Quero escrever e comentar sobre elas para todo mundo que quiser ouvir e tenho certeza que eu nunca vou cansar. Afinal, não tenho essa desculpa de “falta de material”.

Me sinto diferente, um pouco “perdida” quando vejo algum comentário no facebook sobre algum episódio que eu ainda não vi. É como se outra pessoa tivesse tomado conta de mim e a British Nanda não soubesse ainda o que aconteceu no final da temporada de American Horror Story (ela não sabe hahahahaha). Então basicamente estou atrasada em TODAS as minhas séries, menos Girls.
Dia 13 de Janeiro de Fevereiro a segunda temporada do maravilhoso programa da HBO voltou ao ar! E não poderia ter sido em data melhor, no mesmo dia Lena Dunham foi premiada como melhor atriz e Girls como melhor comédia no Globo de Ouro. Tem como ter sido uma estreia melhor?

Fiquei muito orgulhosa. O seriado é um dos mais queridos tanto pela crítica especializada quanto por nós, o maravilhoso *cof cof* público. Quer dizer, não é para qualquer um receber amor por todos os lados. Me deixa surpresa ver que pela primeira vez (desde que eu acompanho tv, pelo menos) um seriado que mostra a realidade foi tão bem aceito. As coisas nem sempre são um mar de rosas, e ver que não estamos sozinhas nessas fases chatas da vida ajuda, e muito. Por isso eu amo Girls. Eu quero me ver na telinha às vezes (sou um mix de Shoshanna e Hannah), ver minhas amigas e perceber que por mais horríveis que as coisas possam parecer de vez em quando, É SÓ UMA FASE!!!!

Quarta, peguei a edição da revista Stylist saindo do metro, e imagina quem estava na capa: LENA DUNHAM!
 SUPERGIRL – Lena Dunham: Aqui para salvar nessa geração

Que esse ano nos traga muitas novidades legais para gente assistir. Na próxima trago alguma série nova ;) Deixa só eu voltar para casa antes e ser eu de novo...

Xoxo,
Nanda
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Meu nome é Fernanda, mas podem me chamar de Nanda. Tenho (quase) 22 anos, mas juro que pareço ter 16. Estudo jornalismo porque depois de assistir Smallville, decidi que queria ser a Chloe. Sou apaixonada por cultura pop, e fiquei um bom tempo tentando decidir se gostava mais de ler, ver séries ou filmes. Acabei decidindo que tanto faz. Eu gosto de todos! (Mas acho que ter 32 séries na minha watch list responde essa dúvida).

4 de fev de 2013

Tons da Galera - Moda em movimento

Não é de hoje que as marcas investem em vídeos para divulgar suas coleções e conceitos. A novidade é o uso cada vez mais constante de protagonistas da vida real em historinhas divertidas ou simplesmente surreais.

Uma das últimas a melhor investir nesse formato foi a Louis Vuitton, que chamou as blogueiras top Elin Kling, Hanneli Mustaparta e Miroslava Duma para lançar suas Mini Mon Amour, bolsinhas micro e super charmosas em verniz e tons de pink, coral, vermelho e laranja, em tempo para o Valentine´s Day, dia dos Namorados lá fora.

Mas quem se superou mesmo foi a Seafarer, marca de jeans ícone dos anos 1970, queridinha de musas como Brigitte Bardot e Jane Birkin. A blogueira Garance Doré foi convidada a criar (e participar, por que não?) dessa série de três vídeos hilários e meio nonsense com perfume de episódio de As Panteras. A marca francesa atingiu o objetivo em cheio: deixou todas com água na boca pelos jeans de boca larga e cintura alta. Vale a pena ver os três vídeos e acompanhar a história toda!

1 de fev de 2013

PAPOS DE SEXTA - Opinião: Você tem a sua e eu tenho a minha, por Garota It (Pâmela Gonçalves)


Cada um tem a sua opinião sobre todas as coisas. Cada um pode pensar o que quiser de qualquer coisa. Mas isso não justifica usar a “Liberdade de expressão” para ofender qualquer pessoa. Já ouviram falar em “A sua liberdade vai até onde a minha começa”?

Não podemos evitar as discordâncias de pensamentos. É inútil acreditar que todos gostarão de nós, do que gostamos e de quem gostamos. Sempre terá alguém que vai discordar. A grande sacada para a convivência é saber respeitar. 

Você tem o direito de dizer o que acredita ser a verdade universal. Tem o direito de tentar convencer alguém do contrário e, quem sabe, mudar o pensamento de qualquer pessoa. Mas não tem nenhum direito de atacar essa pessoa por pura e simplesmente falta de argumentos para confrontar sua opinião. Ou seja, você pode falar o que quiser sobre o que você acha ser certo. Mas sua liberdade de expressão acaba no mesmo momento que você ofende diretamente a pessoa que discorda de você.

Sendo fã de livros, autores, filmes, time etc., sempre tive de lidar com pessoas que não concordavam comigo. Aliás, estando exposta na internet com um blog e, principalmente, com um canal no youtube, é muito fácil ter alguém que discorde de mim sobre qualquer coisa. Por acaso, eu tenho a sorte de precisar lidar com poucos casos de desrespeito direto. E quando acontece é por QUALQUER coisa, acredite.

Seja porque eu gosto de livros Jovem-Adulto, porque eu não gostei daquele livro que virou modinha,  porque eu raramente gosto de livros históricos, porque eu não gosto de Senhor dos Anéis, porque eu sou garota (é), porque eu não tenho inteligência suficiente para entender a profundidade daquela história. Simplesmente porque eu não me encaixo em qualquer coisa que as pessoas entendem por verdade absoluta.

Se você discordar de mim e de qualquer outra pessoa, primeiro, respeite a opinião contrária. Se você quiser que a pessoa pelo menos tenha uma visão diferente e, quem sabe, concorde com você, tente apresentar os argumentos, tente convencê-la que a sua opinião é mais válida que a dela.

Isso vale para qualquer coisa.