25 de out de 2012

Galera Pop – 007 – Operação Skyfall

007 – Operação Skyfall marca o fim do ciclo de três filmes de Daniel Craig como James Bond (ele fará mais dois) e comemora os 50 anos do personagem criado por Ian Fleming. Era de se esperar um espetáculo bombástico, ainda que sob as rédeas do “realismo” impostas sobre a reinvenção do agente secreto ocorrida em Cassino Royale, de 2006. Mas o que vemos aqui é outra aventura insossa, ligeiramente superior ao equivocado e insípido Quantum of Solace. O filme tem grandes acertos — mais investimento do roteiro na persona de James Bond; trama que envolve diretamente a agência de espionagem; vilão inesquecível de Javier Bardem —, mas escorrega em uma produção sem charme e sem cenas memoráveis de ação. Por exemplo: o filme abre com uma perseguição de carros burocrática, que fica aquém da tensão do início de Quantum of Solace, que também começa com Bond ao volante.
Se Quantum of Solace era uma continuação direta de Cassino Royale, com Bond ainda atormentado pelo envolvimento com Vesper e preocupado em investir contra a sinistra organização que matou a amada, aqui estes elemento sumiram. A trama da máfia secreta operada pelo Sr. White sumiu e deu lugar a uma série de ataques ao MI-6, o Serviço Secreto Britânico, orquestrado por um ciberterrorista chamado Silva (Javier Bardem, sósia de Clodovil, inclusive nos trejeitos afeminados —– é impossível não rir, apesar de o vilão ser bom. Tem ares de Hannibal Lecter com um forte pé no Coringa de Heath Ledger). O alvo principal é M (Judi Dench), que o expert em James Bond e colega crítico de cinema Eduardo Torelli identificou como “a Bondgirl do filme”. É verdade: a quase octogenária atriz é a donzela em perigo da vez e tem uma relação afetuosa com 007 mais forte do que as transas descartáveis do agente (em tempo: este é talvez um dos piores exemplares da série em termos de Bondgirls; a francesa Bérénice Marlohe tem uma atuação digna de vergonha alheia de tão ruim, que nem a beleza óbvia de bibelô salva).
Focar a trama na relação Bond-M humanizou o personagem e permitiu que os produtores ensaiassem uma volta às origens do universo Bond como ficou eternizado na gestão Connery/Moore; os flertes com o passado ocorrem ao longo do filme e culminam no epílogo, que aponta uma nova direção para a série (que, esperamos, conclua a trama da tal organização sinistra que ficou no ar). A execução desde 007 – Operação Skyfall é que decepciona: deixa para trás o que foi começado em Cassino Royale, arma cenas burocráticas e cria um clímax genérico que poderia estar em qualquer filme de Steven Seagal ou Van Damme (aliás, lembra muito o ápice de O Alvo). A sensação é que este 007 – Operação Skyfall é um filme-ponte, que faz a ligação entre duas abordagens de James Bond com o mesmo ator, mas que oscila demais para se firmar com identidade própria. Até agora, Cassino Royale continua sendo o melhor 007 de Daniel Craig.

O trailer e outras informações estão no site oficial.
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André Gordirro, 39 anos, carioca, tricolor, escreve sobre cinema há 18 anos. Passou pelas redações da Revista MancheteVeja Rio, e foi colaborador da Revista SET por dez anos. Atualmente colabora com aRevista Preview e GQ Brasil. Leva a vida vendo filmes, viajando pelo mundo para entrevistar astros e diretores de cinema e, claro, traduzindo para a Galera Record. Nas horas vagas, consegue (tenta...) ler gibis daMarvel, jogar videogames e escrever o primeiro romance (que um dia sai!).

19 de out de 2012

Papos de Sexta - Essa tal de Amizade Literária, por Rafaella Fustagno


Sempre gostei de ler. Sempre tive muitos amigos, mas nenhum deles que gostasse de ler como eu gosto. Alguns liam um livro por mês, outros um por ano. Falar de livros com eles sempre foi sem graça. Durante minha infância e adolescência – pelo menos até os 15 anos – ninguém tinha computador. Não existiam amizades virtuais. Um belo dia, meses antes da Bienal de 2007, descobri um fórum que ficava dentro do site da Galera Record, cheinho de meninas que amavam ler tanto quanto eu.  Ali conheci, além de outras meninas, a também colunista Pam e nossa especialista em seriados Nanda Xavier! Passava horas no fórum, começamos  falando sobre os livros, depois trocamos marcadores e então teve um dia muito especial em minha vida. Sempre gostei de Gossip Girl e  a editora da Galera – a fofa da Ana Lima! – mandou um e-mail convidando algumas das meninas que eram do Rio para participarmos de uma matéria  sobre os livros e o seriado para o Jornal O Globo. Isso foi no final de 2008. Chegando na livraria conheci a editora e a Andressa. Em segundos estávamos super entretidas, deitadas no chão, segurando os livros de Gossip Girl e sendo fotografadas pelo profissional do jornal.
Nem de longe eu imaginaria que ali nasceria minha primeira amizade literária de verdade, ao vivo. A Andressa – ou Dessinha como a chamo – virou minha companheira de aventuras. Juntas fomos a Bienais, a eventos literários  e inúmeros cinemas.

Com ela, logo nos animamos de conhecer mais meninas do Rio de Janeiro que faziam parte do fórum como a Lany e Ana Bárbara! Começamos a nos reunir mensalmente e falarmos sobre livros, sempre dentro de alguma livraria.

E antes que vocês perguntem como conheci as outras colunistas, eu informo: a Frini eu conheci em 2008 em um evento que ela estava apresentando, e a Vivi foi no Clube do livro que a Frini apresenta – acho que já em 2010!

Mas, então, de repente a internet e suas facilidades trouxeram vários  blogs literários que fizeram com  que as editoras vissem que tinha um público imenso e sedento por eventos!

Já perdi a conta de quantas amigas literárias eu tenho hoje, mas sei que não me importo nem um pouco de acrescentar mais a minha lista. Em Bienais passadas hospedei em minha casa amigas vindas de Brasilia (Lilian) e do Maranhão (Fernanda “Caçadora”).
Metade de meus amigos no Facebook, hoje, são literários, porque acho que andamos com quem gosta das mesmas coisas que a gente, certo? Mantenho os amigos do trabalho, da época de faculdade e  adoro  todos eles. Mas hoje comemoro meu niver duas vezes, uma com familiares e amigos e outra só para os literários, onde as festinhas são temáticas e ninguém acha estranho! Muito pelo contrário todo mundo curte e muito!

Outro dia uma amiga de infância me mandou a seguinte mensagem de celular: “Puxa Raffa, você some! Só quer saber de suas amigas dos livros, eu também sei  ler, sabia? Saudades!”

Pois é, o que talvez essa amiga não entenda é que ela continua morando no meu coração, que lógico que pretendo vê-la porque, fora os livros, tenho outros interesses, mas amo minhas amigas literárias.

Por que? Porque elas sabem o como é importante uma promoção de livros do Submarino. Porque elas me entendem quando digo que preciso comprar aquele livro mesmo tendo uma pilha de mais de 60 em casa esperando na fila. Porque elas tem a mesma ansiedade que a minha pela chegada da Bienal. Porque só elas curtem quando digo que tal escritor vem ao Brasil — ao contrário do pessoal do trabalho que pergunta quem é? Rs. Porque com elas posso fofocar sobre o mundo e soltar piadas vindas de livros e elas me entendem! Porque se eu disser que quero ser a Bela porque a Fera tem uma linda biblioteca, elas não vão fazer cara de espanto.

Enfim, porque elas me completam de uma forma que achei que nunca seria possível antes de descobrir que eu não era um E.T só por amar mais ler do que ir para praia.

E esse post é dedicado a todas vocês. Amigas literárias virtuais, amigas literárias reais! Sem vocês meu dia a dia não teria a menor graça! ♥

17 de out de 2012

Galera Pop - Fall Season 2012 – Nashville

A fall season já começou, então é hora de escolher as séries que vamos assistir toda semana nos próximos meses (ou anos). Neste ano foram muitas novidades legais, mas nada comparado a 2011. Se bem que é até maldade a comparação com um ano em que New Girl, Suburgatory, Revenge e 2 Broke Girls deram o ar da graça.

De qualquer forma já tenho algumas séries muito boas para indicar. E, imaginem só, somos nós, ladies (depois de Girls ficou difícil parar de falar isso) as estrelas do show. 
Calma, a série não é voltada especificamente para o público feminino, mas as protagonistas são todas mulheres. 
Girl Power sim ou claro?! 

Nashville
A série da ABC não estava no topo da minha lista. Para ser sincera eu nem pensava em começar a ver. Essa temática country não me chamava muito a atenção. Tirando a Taylor Swift (quem não ama?), o estilo não me agrada muito. 

Mas que surpresa! Gostei desde o primeiro minuto do episódio piloto, e isso é bem raro. 

Nashville mostra os bastidores da cena musical na capital americana da música country. Juliette Barnes (Hayden Panettiere, de Heroes) é a estrela em ascensão. Mesmo com as músicas carregadas no auto-tune a moça é sucesso absoluto. Sabe aquele tipo de celebridade amarga e ambiciosa? Nesse caso é compreensível: a mãe dela é uma viciada em heroína que fica no pé da filha para conseguir sustentar o vício.


Rayna James (Connie Britton, de American Horror Story) já é uma cantora com a carreira estabelecida há anos, que começa a viver uma queda na popularidade. Como o público nos shows não anda lá essas coisas, a gravadora decide obriga-la a fazer uma turnê conjunta com Juliette. Uma ofensa! Claro que ela não vai aceitar isso fácil. Depois de ser a cantora número 1 da gravadora por anos, abrir os shows de uma mocinha que mal sabe cantar é tenso. E, claro, Juliette não vai facilitar para ela. 

Não deu para saber muito da Scarlett (Clare Bowen). Só que eu tenho a impressão de que ela vai ser a Taylor Swift da série: cantora fofa e talentosa que escreve as próprias músicas. Posso estar enganada, mas é esperar para ver.

Scarlett não é a cara da Taylor no início da carreira?
Gostei MUITO! Nashville é um excelente drama para quem gosta de música. Sei que é até maldade indicar séries de 40 minutos, mas vale tão a pena que eu não poderia deixar de compartilhar :)

xoxo,
Nanda.
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Meu nome é Fernanda, mas podem me chamar de Nanda. Tenho (quase) 22 anos, mas juro que pareço ter 16. Estudo jornalismo porque depois de assistir Smallville, decidi que queria ser a Chloe. Sou apaixonada por cultura pop, e fiquei um bom tempo tentando decidir se gostava mais de ler, ver séries ou filmes. Acabei decidindo que tanto faz. Eu gosto de todos! (Mas acho que ter 32 séries na minha watch list responde essa dúvida).

12 de out de 2012

Papos de Sexta – Você gosta de quem é?, por Frini Georgakopoulos


Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino”.
1 Coríntios 13:11

Hoje, 12 de outubro, é comemorado o Dia das Crianças. Essa data é dedicada a homenagear a criança da família, mas também a que vive em cada um de nós. Eu, por exemplo, adoro coisas que são consideradas de criança, como Disney, literatura jovem e coisas fofinhas (como capas coloridas para celular e bichos de pelúcia). Isso faz de mim uma pessoa infantil? Não. Isso faz de mim uma pessoa que sabe o que quer e não tem vergonha de quem é.

Nos últimos meses, muitas coisas aconteceram comigo — tanto na esfera pessoal quanto na profissional —, que me fizeram questionar muitos aspectos, situações e pessoas, inclusive eu mesma. Me identifiquei muito com a coluna da sexta passada, escrita pela Pam e decidi ingressar com vontade em meus questionamentos.

12 de outubro não é apenas o Dia das Crianças, mas é meu aniversário. A cada ano, fico mais velha no dia em que é comemorada a juventude. A cada vela adicionada ao topo do meu bolo, faço o balanço do que tenho feito com minha vida, o que ainda quero realizar e conquistar, quem sou e se gosto dessa pessoa que está soprando as velas. A cada ano, amadureço e com cada lição aprendida — de maneira fácil ou através de luta e lágrimas —, batalho cada vez mais para que, nesse mesmo momento, no ano seguinte, o saldo continue sendo positivo. Acho importante gostarmos de nós mesmos, estarmos confortáveis em nossa própria pele. Acredito que isso nos faz conhecer quem somos, nossos limites, nossos valores e princípios. E o melhor é que, se o saldo não for positivo, nós, e apenas nós, temos a capacidade e o poder de mudar.

Coloquei aquela passagem da Bíblia para abrir a coluna porque acho que ela diz muito e se encaixa no assunto abordado (ignorem o fator religião, por favor, se não for válido para vocês). Para mim, crescer, amadurecer e envelhecer são conceitos diferentes, mas que vivem sendo confundidos. Com o amadurecimento vem responsabilidade por suas ações e pelas consequências delas. Já envelhecer é coisa biológica, que só leva o corpo, mas, a meu ver, não deveria levar a mente nem o humor. E crescer... bem, depende de como cada um quer colocar em contexto.

E aí? Se o seu aniversário fosse hoje, qual seria seu balanço? E como você se sente sobre isso?

Termino a coluna (pra lá de filosófica) desse mês com outra passagem, desta vez de um poema que gosto bastante e que tem tudo a ver com o momento que estou vivendo. Para falar a verdade, ele sempre se encaixou em diversos momentos da minha vida e espero que possa ser algo bacana para vocês também. Bom feriado para todos!

Em algum ponto, duas estradas bifurcavam numa árvore. Eu trilhei a menos percorrida e isto fez toda a diferença”, Robert Frost.

5 de out de 2012

Papos de Sexta - Fazer o que você ama, por Garota It (Pâmela Gonçalves)

Meu nome é Pâmela, 21 anos e blogueira. Hoje vou contar a história de como minha vida mudou por causa do meu blog. Antes de tudo, vou dizer como as coisas eram.

Tenho blogs dos mais variados tipos desde que me entendo por gente. Já tive blog diarinho, já fui doller (sabe aquelas bonecas em pixel art? Eu desenhava. Não, não era só arrastar a roupinha, mas sim desenhar pixel por pixel no Paint), já tive fansite (ohh, diariosdovampiro.com), já passei dias em fóruns (saudades do fórum da Galera Record), mas a maioria das coisas não durou tanto quanto o Garota it. Ele completa neste mês 3 anos. TRÊS ANOS fazendo a mesma coisa de formas diferentes. Finalmente me encontrei na internet e isso é muito bom.

Até aí, tudo bem, nada muito revolucionário, não é mesmo? Só que o blog já me fez pensar e repensar tudo da minha vida! No primeiro ano do blog, troquei de curso na faculdade. Eu estava no quinto semestre de Sistemas de Informação e fazendo um estágio na área. Graças ao blog, consegui ver o que eu queria realmente fazer no futuro. Hoje, estou no quarto semestre de Publicidade e Propaganda, e claro, muito feliz! Foi uma mudança drástica para mim, principalmente pelo fato de ter de dar a notícia para meus pais. Foi difícil, mas aqui estou eu, e eles sabem que fiz a escolha certa. Sou muito feliz fazendo o curso que escolhi, escrevendo no blog (quase) todos os dias e interagindo com os leitores nas redes sociais.

Quando me perguntam o que faço da vida, respondo que sou blogueira, que compartilho com as pessoas o que penso sobre uma das coisas que eu mais adoro: livros. As pessoas olham feio e estranham, mas e dai? Tenho certeza que um dia – combinado com meu estudo na faculdade – posso transformar isso em algo muito maior, mas de uma forma que continue a ser prazerosa.

É um prazer enorme receber um comentário bacana de um leitor que conseguiu passar por uma fase difícil na vida com as dicas de livros que eu dei. Um e-mail carinhoso de agradecimento e elogios. As críticas também são muito bem-vindas, é claro, e só me fazem crescer. Hoje eu sei que estou no caminho certo, e os planos só aumentam. Quero transformar o meu hobby de ler livros na minha profissão, afinal, eu quero fazer o que amo.

Acho que é essa a dica que deixo hoje. Você pode fazer o que gosta para o resto da sua vida, é só encontrar a melhor forma. Não posso dizer que vou ser isso para a vida toda, mas com certeza vou atrás dos meus sonhos.

3 de out de 2012

Resultado do Clube dos Primeiros Leitores

Oi, pessoal. 

Não recebemos os dados de duas pessoas que participaram dos Clube dos Primeiros Leitores valendo um exemplar de Garotos Malditos. Por isso, sorteamos dois novos nomes! 

Parabéns, meninas!!!
Anna Beatriz Dimas Furtado
Karine Mara

Enviem seus dados para galera@record.com.br com assunto "Clube dos Primeiros Leitores" :D

1 de out de 2012

Sons da Galera - E não é que sonhos se realizam?

O furacão Taylor Swift chegou ao Brasil, arrastou milhares de fãs e foi embora já deixando saudades.
Conhecia o trabalho da Taylor Swift já há bastante tempo. Desde “Love Story” e “You Belong With Me”, ambas do álbum Fearless, de 2008. Em 2010, ela lançou o álbum “Speak Now”, que, entre vários hits como “Mine” e “The Story Of Us”, traz uma das minhas faixas favoritas até hoje “Back To December”. 

A menina loira, novinha, compositora, extremamente talentosa e que parece uma Barbie sempre foi um sucesso estrondoso no mercado americano e ao redor do mundo. Aqui no Brasil aparecia tímida, com os clipes exibidos aqui e ali, uma ou outra música tocando nas rádios. 


Em 2011, deixei meus livros queridos da Galera em busca de novos desafios e vim parar no mercado fonográfico. Com qual artista me deparo na Universal Music? Taylor Swift! Ela estava prestes a lançar o que viria a ser seu maior trabalho no Brasil. O CD/DVD “Speak Now World Tour Live” – registro da turnê da mocinha ao redor do mundo – sairia no fim de 2011 e incluiria um dueto com a maior revelação da música brasileira dos últimos tempos: Paula Fernandes. A faixa de trabalho era “Long Live” – do álbum “Speak Now” – e o dueto ficou simplesmente lindo! A voz grave da Paula Fernandes com a voz suave da Taylor Swift se uniram perfeitamente num dueto bilíngue português/inglês. Gravamos um clipe com a Paula Fernandes em um estúdio aqui no Rio e mesclamos numa linda edição para fazer um clipe com as duas.

O dueto de “Long Live” virou hit! Ficou 13 semanas (o número de sorte da Tay! ♥) em #2 nas rádios brasileiras, #1 no iTunes. Depois veio a novela, cenas embaladas ao som de “Long Live” na voz somente da Taylor. E assim ela ficou reconhecida. Uma voz familiar.

Eis que no dia 28 de junho eu recebo uma ligação: Taylor Swift quer ir ao Brasil fazer uma turnê promocional. o.O

Fiquei responsável em trazer a moça. E ela veio. E fez um showcase exclusivo para fãs, imprensa e vips. A felicidade de ver milhares de Swifties cantando, pulando e realizando um sonho. O encontro da Taylor com a Paula Fernandes no palco pela primeira vez. As entrevistas, os programas de televisão, os fãs cantando na porta do hotel. Eu estava lá! Vi tudo de perto. Acontecendo. Compartilho com vocês uma foto minha com a Taylor no palco! Quem estava lá? 

Atualmente, trabalho no novo lançamento da Taylor – o álbum “RED” chega às lojas no fim desse mês e tem a viciante “We Are Never Ever Getting Back Together”, que já vendeu 1.9 milhão de faixas somente nos Estados Unidos. “WANEGBT” já alcançou o #1 no iTunes de mais de 40 países (incluindo o Brasil!). “Begin Again” é a segunda faixa do álbum a ser lançada – daqui até o dia 22/outubro vai ser uma música nova por semana – e está em #2 na loja brasileira do iTunes.

Nada mal, Taylor. Nada mal!

Que venha o “RED”! Que venham mais muitos singles de sucesso! E que venha uma super mega turnê aqui pelo Brasil para todos os seus milhares de Swifties brasileiros!

Estarei aqui para te receber novamente. :)

Guilherme.

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Quando eu era pequeno eu tinha tantos livros que quando eu terminava de ler, eles viraram grandes labirintos, metrópoles à-la-Gotham City ou elaboradas pontes para os meus carrinhos. Amante dos livros e da música, tive a sorte de poder trabalhar com os dois e, o melhor de tudo, ao lado de grandes amigos!